Infelizmente o governo russo resolveu demonstrar toda sua gloriosa força contra integrantes do Greenpeace. 

 Ativista ambiental é um chato ecológico por natureza, com trocadilho. Porém é um bem necessário, nasce com a legitimidade de quem não vê fronteiras da mãe Gaia. Não existem nações ou fronteiras para a visão ambientalista, é uma preocupação cujas fronteiras não são politicas e sim fronteiras da consciência ambiental humana.  Não há nacionalidade na poluição, no lixo tóxico, no rejeito radioativo, na destruição da fauna marinha ou na contaminação do eco-sistema.  Vladimir Putin age neste caso como uma versão russa de um gansgter italiano. Há uma figura antiga na ideologia russa, a “mãe Kuska”, figura antológica saída dos livros de histórias infantis, dos antigos contos, a ‘bruxa do norte”, a mitológica Baba Yaga que habita nas lendas de Vasalina e se manifesta na rudeza da mãe que quer ensinar seu filho a respeita-la a base de varadas.     Essa  vontade louca de evocar a grandeza e a força, através do medo, medo que os russos se privam de ter. Putin quer reapresentar a mãe Kuska, sumida desde os áureos tempos de guerra-fria, desde as perigosas experiencias com a Tsar Ivan, chamada a mãe de todas as bombas.  Essa atitude nefasta de mostrar força e rabugencia contra a ANNA é a vã tentativa de dizer diante de um mundo de relações internacionais absurdamente novo – Ei-la entre nós! Não se meta com a mãe Kuska! Só que colocando o peso de uma nação que possui arsenais atômicos abandonados sobre as costas de uma menina!  Nas entrelinhas de uma mensagem enviada ao mundo, eu sujo e apodreço o mar que meu, na minha velha e fria casa de campo, herança de tia Anastácia. Só que não. Não é somente a uma brasileira ativista que os russos agridem hoje, cosacamente, bebados por vodka falsificada, destilada por um bom e velho capitalista. 
 É a todos nós, é ao mundo com o qual não se importam. 
Soltem a Anna e deixem a mãe Kuska voltar para seu asilo. 
Duvido que ela ficasse orgulhosa de ver tal demonstração,
de “valentia”… 

Unfortunately, the Russian government decided to demonstrate all its glorious force against members of Greenpeace .

 Environmental activist is a boring ecological by nature, with pun. 
But it is a necessary “good “, born with the legitimacy of those who do not see borders in the “mother Gaia” . 

There are no nations or borders to the environmental vision. It Is a concern whose boundaries are not political borders but human environmental awareness 

There is no nationality in the pollution , in the  toxic waste , in the radioactive waste ,  on destruction of marine life or in the contamination of the ecosystem.

Vladimir Putin acts in this case, as a Russian version of a italian gansgter. 

There is an ancient figure in Russian ideology , the “mother Kuska ”  anthological figure of children’s storybooks , old tales , the ‘ Witch of the North ” , the mythological Baba Yaga that dwelleth in the legends of Vasalina´s doll and manifests itself in harshness of mother who wants to teach your child to respect her authority. 

This urge to evoke the grandeur and power , through fear , fear that the Russians would deprived to have. 

Putin wants to reintroduce the “mother Kuska” , missing since the heyday of the Cold War,  since the dangerous experiments with Tsar Ivan ,  called “mother of all bombs”.  

This attitude of showing strength and grumpy attitude against ANA is a vain attempt to say to a young world of international relations:

 – Hey! It with us ! Do not mess with “the mother Kuska”! 

Only for putting the weight of a nation that has abandoned nuclear arsenals, over the back of a girl! 

 Between the lines of a message sent to the world, I rot dirty and the sea that my in my old, cold house, inheritance Aunt Anastasia. 

Except not. Not only a Brazilian activist whom the Russians attack today completely drunk by fake vodka, distilled by a good old capitalist. 

But , All of us, with the world which they do not care. 

Unhook our Ana! 

And let the mother Kuska back to his asylum. 

I doubt that she would be proud to see such demonstration, 
of “bravery”…


К сожалению, правительство России решило продемонстрировать все свое славное силу против членов Гринписа. 

Экологический активист экологического скучные по своей природе, с каламбуром. 
Но это необходимая «хорошо», родившихся с легитимность тех, кто не видят границ в «мать Гея”. 

Там нет народов и границ к экологическим видением. Это беспокойство, границы которых не являются политическими границами, но экологическое сознание человека 

Там нет национальности в загрязнение, в токсичные отходы, в радиоактивные отходы, по уничтожению морской жизни или к загрязнению экосистемы. 

Владимир Путин выступает в данном случае, как и русскую версию итальянской gansgter. 

Существует древняя фигура в русской идеологии, “мать бабушки” антологических фигура детские книжки, старые сказки, ‘Ведьма Севера “, мифологический Баба Яга, живущая в легендах куклы Прекрасная и проявляется в жесткости матери, которая хочет научить ребенка уважать ее власти. 

Это стремление, чтобы вызвать величие и силу, через страх, страх, что русские лишены иметь. 

Путин хочет вновь ввести “мать бабушки”, пропавших без вести после расцвета холодной войны, так как опасные эксперименты с царем Иваном, называется “матерью всех бомб”. 

Такое отношение показывает силу и сварливой позицию против  нами является тщетной попыткой сказать молодым мире международных отношений: 

 – Эй! Он вместе с нами! Не связывайтесь с “матерью бабушки”! 


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