And there was a song sung

And there was a song sung

In ancient trails where there were wells
Where the girls carrying water
In huge bottles
Nearby elephants
And the artisans of ivory idols
Sandalwood trees
Hid restless monkeys
Which disturbed the storks
So great a number that whitened
The tops of trees
And the sacred song, the most sacred of all songs
It is always accompanied by a solemn dance.
This song is the doctrine
He hides the secret
Of all mantras is the sweetest
And out of all the songs,
The fairest of them all

Hear, O inhabitants of Punjabi
And ye inhabitants of the land of the rising sun
Hear the most transcendent song
And the fuller statement
Of divine love.

There was not  slain in the land of yore
And before the first girl  buried
There was still the sound of the lament
Before longing, loss and pain

There was no temples, and there was no sacrifices
There was no obligation
There was no fear and there was no commitment
Assumed with ancient deities

There were no rules and neither offerings
Before the first letter written on the earth
Before the first arrow be launched in the air
Before the first fire burn

I’ve loved you
I have loved you.

I’ve loved you
I’ve loved you

Before the first warrior screamedin the field
Before of the Arjuna supplicate for Krishna
Before the first Shankara commanded to us
By someone who has never heard my voice

I have loved you.
I’ve loved you

I’ve loved you
I’ve loved you

When I heard the screams
That child
That was burned
The one God of vengeance

When I saw the girls, slaves sold
When I saw the casts of my people free

I wanted to me
I wanted to me

I wanted to me
I wanted to me

My solemn voice is greater than Brahma
My strength is big, bigger than Krishna
My love is full, Vishnu does not understand
I’m not a corner lost in time

Because I still love you!
Because you still hope!
Because I still feel the love
Who had proposed!

When looking at the sky, red
Too black, starry
Near these temples
Ancients and surrounded
So much history
So much history

I do not dwell in houses made by men
I’m jealous of you, my beloved
When consecrate thyself
To any other!

I am your source, your world
And your life

I am the truth, hidden and dressed of
So many stories!
So many stories!

In each tradition, I am hidden
In each sacrifice that I not feel like
In each old dream all this is only a measure
Small and submissive to so many lies

Hear the voice beyond
Of the words!
Hear the voice beyond
Of what is written!

I am glorious
And I’m dressed
Of a love so great
That I glow in the dark

And death itself knowing who I am
Hid my name
Because the Death knows who I am

And I love you!
And I love you!
And I love you!
And I love you!

Come, my beloved, be full of life
Come dance with me
Forever
For stop the process cycle!
For destroying the Karma!

I did not raise you up to be submissive
I did not raise you up to be a slave
I did not raise you to death continues!

For I love you!
For I love you!

And I invite you to dance with me
And you ask what I can do
I will create a new world
I call the existence
What is not yet.

My word is true
And produces life in who believes
Faith belongs to me, and the peace
And your new name

Arjuna not spotted me.
Because my eyes glow like fire.
And who is touched by my heart
Never die

I am Jesus.
Who Arjuna
Not knew.

I am that
Whose Krishna is only a shadow.
And Vivasvan a creation.

None of them will attend
When I order everything you see
Ceases to exist.

I’m the one who killed death.
I am the one who orders the order
And that makes all equal
In God for me.

I am the flame that burns in the night
The voice that calls your heart
The truth hidden in the sacred letters
The dream of the divine love revealed

I am the life that gives life
I am the morning star
I’m the one who opens the doors locked
And the door that I close to no more can open

I go walk on the power of the serpent
I am the strengh that exterminate with the death
I am the truth of thy sacrifices
Who gave his life that you live,

I am the incense that ascends the heights
Where your Father gives you joy
Of beings called to its beauty
Because I transform you
In a child of God!

E havia um cântico entoado
Nas antigas trilhas onde existiam poços
Onde as meninas carregavam água
Em imensas botijas
Próximas dos elefantes
E dos artesãos de ídolos de marfim
Árvores de sândalo
Escondiam macacos inquietos
Que perturbavam as cegonhas
De tão grande número que embranqueciam
O cume das árvores
E o cântico sagrado, o mais sagrado de todos os cânticos
É sempre acompanhado de uma dança solene.
Esta canção é a doutrina
Ele esconde o segredo
De todos os mantras é o mais doce
E dentre todas as canções,
A mais bela de todas

Ouvi, ó moradores de Punjabi
E vós habitantes da terra do sol nascente
Ouvi a mais transcendente canção
E a mais plena declaração
Do amor divino.

Não havia mortos na terra de outrora
E antes da primeira moça enterrada
Não havia ainda o som do lamento
Antes da saudade, da perda e da dor

Não existia templos, e nem sacrifícios
Não existia qualquer obrigação
Não existia medo e nem compromisso
Assumido com antigas divindades

Não havia regras e nem oferendas
Não havia a letra escrita na terra
Antes da primeira flecha ser lançada
Antes da primeira fogueira acesa

Eu já amava você
Eu já te amava.

Eu já amava você
Eu já te amava

Antes que o guerreiro gritasse no campo
Antes que Arjuna suplicasse à Khrisna
Antes da primeira Shankara ordenada
Por alguém que nunca ouviu minha voz

Eu já te amava.
Eu já amava você

Eu já te amava
Eu já amava você

Quando ouvi os gritos
Daquela criança
Que morreu queimada
A um Deus de vingança

Quando vi as moças, escravas vendidas
Quando vi as castas do meu povo livre

Eu te queria pra mim
Eu te queria pra mim

Eu te queria pra mim
Eu te queria pra mim

Minha voz solene é maior do que Brahma
Minha força é grande e maior do que Khrisna
Meu amor é pleno Vishnu não o compreende
Eu não sou um canto perdido no tempo

Porque ainda amo você!
Porque ainda te espero!
Porque ainda sinto o amor
Que tinha proposto!

Quando olha o céu, vermelho
Ou negro, estrelado
Perto destes templos
Antigos cercados
De tanta história
De tanta história

Eu não habito casas feitas por homens
Eu tenho ciúmes de ti minha amada
Quando consagras a ti mesma
A outro qualquer!

Eu sou a tua fonte, teu mundo
Tua vida

Eu sou a verdade, oculta e vestida
De tantas histórias!
De tantas histórias!

Cada tradição, me esconde e me despe
Cada sacrifício não me apetece
Cada sonho antigo é só uma medida
Pequena e submissa a tantas mentiras

Ouve a voz além
Das palavras ditas!
Ouve a voz além
Do que está escrito!

Eu sou glorioso
E estou vestido
De uma amor tão grande
Que brilho no escuro

E a própria morte sabendo quem sou
Ocultou meu nome
Pois sabe que quem sou

E eu te amo!
E eu te amo!
E eu te amo!
E eu te amo!

Vem, ó minha amada ser cheia de vida
Vem dançar comigo
Eternamente
Pois cesso o ciclo!
Pois destruo o Karma!

Eu não te criei para serdes submissa
Eu não te criei para serdes uma escrava
Eu não te criei para a morte continua!

Pois eu te amo!
Pois eu te amo!

E eu te convido a dançar comigo
E o que pedires eu posso fazer
Eu crio um mundo novo
Eu chamo a existência
O que ainda não é.

Minha palavra é verdadeira
E produz vida em quem a crê
A fé me pertence, assim como a paz
E teu novo nome

Arjuna não me avistou.
Porque meus olhos brilham como fogo.
E quem é tocado por meu coração
Nunca mais morrerá

Eu sou Jesus.
A quem Arjuna
Não conheceu.



Eu sou aquele
De quem Khrisna é uma sombra.
E Vivasvan uma criação.

Nenhum deles se apresentará
Quando eu ordenar a tudo que vês
Deixe de existir.

Eu sou aquele que matou a morte.
Eu sou aquele que ordena a ordem
E que torna a todos iguais
Em Deus por mim.

Eu sou a chama que arde na noite
A voz que reclama o teu coração
A verdade escondida nas letras sagradas
O sonho divino de amor revelado

Eu sou a vida que concede a vida
Eu sou a estrela da manhã
Eu sou o que abre as portas trancadas
Eu sou o que fecha pra não mais abrirem

Eu sou o que piso o poder da serpente
Eu sou o que tira da morte sua força
Eu sou a verdade dos teus sacrifícios
Que dei a vida para que vivesses

Eu sou o incenso que sobe as alturas
Onde teu Pai te concede a alegria
De seres chamado a sua beleza
Porque eu te transformo
Em filho de Deus!

Welington José Ferreira

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