A dança Indiana


Creio na dança indiana como uma dádiva divina dada ao povo indiano. Como uma expressão da Graça, sendo um lugar lúdico onde é manifesto a mais bela das artes que o ser humano já produziu, refletindo aspectos espirituais de um modo belissimo. 

Acredito que a escola de musica indiana deveria ser ensinada a todos no que tange a sua essencia universal, sua alegria, seu ritmo, a beleza dos seus movimentos, a sua celebração à vida, reinterpretando as questões filosóficas nas quais se baseia num ambito universal e declarando a celebração divina ao Deus unico que a concedeu aos indianos.

Apesar de ser praticada em templos em homenagem a diversas divindades do hinduismo, ela transcende tais templos,  viaja a um universo mais antigo e a uma visão mais sagrada, tendo origem não nas religiões da antiga india, antes num lugar onde o próprio Deus Criador de todas as coisas habita corporalmente. 

A dança indiana tem origem em Deus, doada por ele, como uma expressão de vida, expressão de identidade de uma nação, expressão de identidade cultural,  sendo uma dádiva de amor a India.
  
Cristo aguarda a entrada do povo indiano nos locais celestiais dançando.
Essa frase possui dupla interpretação e as duas devem ser consideradas. 

Cristo dançando, aguarda a entradada do povo indiano nos locais celestiais.
Cristo aguarda a que o povo indiano, dançando, entre nos locais celestiais…


As Escrituras declaram que um dia haverá um novo céu e uma nova terra. 
E nesse novo céu e nessa nova terra, seres humanos transformados dançarão de modo contagioso e deslumbrante. 
E os anjos que ali estiverem dançarão os passos que hoje são executados pelas crianças indianas.

Há um mistério na mansidão humana, na paciencia, na doçura, na leveza. O poder corrompe o homem, ou o homem corrompido pela maldade age grotescamente, tratando os outros como se fossem inferiores a si, corrompendo o próprio poder. 
A dança indiana é uma revelação divina verdadeira, ela amaldiçoa, por sua integridade, a existência das castas. 
Não poderia ser impedido ao espírito humano a manifestação da dança. Na dança todos se tornam iguais. 

Vivemos um mundo de gente que destrata gente, de pessoas que usam o poder gerencial, politico, financeiro, militar, para humilhar. Lobos disfarçados de cordeiros esperaram anos a fio pela oportunidade de se tornarem líderes de seus rebanhos corporativos.  E quando o fizeram demonstraram sua verdadeira natureza.  Em milhares de empresas e órgãos publicos ao redor do mundo, chefes, gerentes, autoridades instituídas, aproveitaram seus cargos para manifestarem desejos de dominio, manifestando seus circos interior de horrores metamorfoseados em palavras de baixo calão, em ameaças e agressões verbais, em gritos e acusações, reverberando ódio a seus comandados.  A agressividade verbal humana misturada ao poder é uma das maiores enfermidades da humanidade. Ela é herança direta do maltrato, prima da tortura, irmã da desconsideração, mãe das intrigas e parente próxima da destruição.  



A dança é irmã pequena da mansidão. Ela, em muitos momentos, é a arte de expressar a pureza, o riso, a leveza e a graça.  

Welington José Ferreira
(http://www.dancanomundo.com.br)

História

Consideradas uma das formas de arte mais desenvolvidas da cultura indiana. A enorme área geográfica do subcontinente indiano contém uma grande diversidade de terras, climas, povos, culturas e línguas, o que se reflete em seus muitos estilos de dança, do clássico e do folclórico ao contemporâneo. 


Os Clássicos 

A tradição clássica é uma forma de arte antiga e sofisticada que se estende ao longo de vários séculos. Tem sua origem nos templos e é executada pelos devadasis (bailarinos do templo). Os estilos clássicos estão relacionados com a mitologia, a filosofia, as crenças espirituais da cultura hindu e, em tempos mais recentes, com a tradição islâmica. Têm suas raízes no Natyasastra, o texto mais antigo que se conhece sobre dramaturgia, atribuído a Bharata, que na realidade atuou mais como pesquisador e compilador de trabalhos muito antigos do que como o inventor do gênero dramático. Segundo as hipóteses mais aceitas, o Natyasastra se situa dos séculos III a IV d.C.; esse tratado sânscrito define o drama como a conjunção da palavra, da mímica, da dança e da música e estabelece seus princípios técnicos e estéticos. 

Do século II ao VIII d.C., houve uma significativa diversificação. Gradualmente, a dança foi se dissociando do drama e nasceram os diferentes estilos clássicos, que refletiram as tradições particulares de cada região em que surgiram. No entanto, todos os estilos clássicos compartilham os elementos básicos do nritta (dança pura), do nritya (expressão) e do natya (elemento dramático). 

Dentro do natya, o abhinaya (expressão do conteúdo dramático através da pantomima e do gesto) adquire formas diferentes em cada estilo, sendo uns mais exagerados que outros. Os temas do abhinaya também variam, mas cada estilo afirma os ensinamentos do navarasa, os nove estados de ânimo ou sentimentos: o amor, o desprezo, o pesar, a ira, o medo, o valor, o desgosto, a admiração e a paz. Esses estados de ânimo encontram-se classificados no Natyasastra, onde também são descritos os meios de expressá-los através dos movimentos dos olhos, das sobrancelhas, do pescoço, das mãos e do corpo. 

Existem ainda duas categorias de movimentos que todos os ailarinos podem realizar independentemente de seu sexo: o tandava, aspecto masculino e vigoroso da dança, e o lasya, que representa o lado elegante e feminino. Todos os estilos são executados com os pés descalços, embora em alguns deles sejam utilizados os ghungroos (guizos nos tornozelos) para aumentar o ritmo dos passos. Os mudras (gestos com as mãos), os estilizados movimentos do rosto e dos olhos e os complexos esquemas rítmicos constituem outras características dessa dança. 

Regionalismo 

Embora tenham desenvolvido técnica própria e apresentações distintas, as variantes regionais mantêm as mesmas regras básicas e normas que aparecem no Natyasastra. Existem diferenças de estilo que dão qualidade peculiar a cada uma. As principais variedades são: 

Bharata natyam: desenvolvida nos templos de Tamil Nadu, no sul da Índia. Contém um estimulante fluxo de percussão. O espaço e o movimento são percebidos ao longo de precisas linhas geométricas, acentuados por um frágil trabalho de pés. 

Kathak: tem sua origem nos contos tradicionais do norte da Índia. Mais tarde, floresceu nas cortes hindu e mongol, onde se transformou na sutil e sofisticada forma de hoje. O estilo é caracterizado pelo complexo trabalho dos pés e os giros rápidos do corpo. 

Odissi: provém do leste da Índia. Suas líricas e fluidas linhas são pontuadas por pausas, nas quais os bailarinos adotam poses esculturais, representações essas que podem ser vistas nas paredes de alguns templos. 

Manipuri: é um estilo elegante e suave que provém de Manipur, no noroeste da Índia. Os bailarinos dão pequenos passos e saltos e as mulheres vestem rígidas e longas saias. As lendas sobre Krishna são os temas desenvolvidos nas atuações. 

Kathakali: surgido em Kerala, no sudoeste da Índia. Este estilo vigoroso e dramático está relacionado com as tradições das artes marciais. Utiliza mímica, maquiagem e vestuário estilizados para representar os personagens dos mitos e lendas. 

Mohini Attam: também surgiu em Kerala. As mulheres dançam vestidas de branco e dourado. É uma mistura do bharata natyam e do kathakali com doses de danças folclóricas locais, em particular o kaikottikali. 

Kuchipudi: recebe seu nome do povo de Kuchipudi, no estado meridional de Andhra Pradesh. Tem muitos elementos comuns com o bharata natyam e é vibrante e intensa. É composta por bailes individuais e danças dramáticas. 

O Folclore

As formas clássicas têm muitos pontos de união com a dança folclórica. Em todo o subcontinente indiano, existe uma imensa variedade de bailes folclóricos: danças sociais para celebrar ocasiões especiais como matrimônios, danças para mulheres e danças para homens. Os bailarinos dançam e cantam e o acompanhamento dos tambores é indispensável. Talvez as danças folclóricas mais conhecidas sejam as enérgicas e vigorosas bhangra do Punjab e o garba e o dandia ras (dança dos passos) de Gujarat. 

Influências 

Ao longo dos séculos, as danças da Índia sofreram diferentes influências, que exerceram grande impacto em seu desenvolvimento. Do século XII ao XVIII d.C., o império mongol floresceu e mais tarde decaiu nas regiões do norte. Sob o mecenato dos imperadores, as artes, especialmente a música e a pintura, foram estimuladas nas cortes. O kathak evoluiu da tradição dos contadores de contos à forma sutil e complexa de hoje. Com a chegada do império britânico, a dança, entre outras artes, sofreu um eclipse temporal, especialmente nos locais onde se estabeleceu o protetorado inglês. Devido à imposição da escolarização inglesa e dos valores vitorianos, a dança deixou de ser fomentada, especialmente entre a classe média. Gradualmente, caiu em desgraça e os devadasis foram expulsos dos templos. 

No entanto, na primeira metade do século XX, personalidades como Rabindranath Tagore, Rukmini Arundale e Uday Shankar lutaram incansavelmente para reviver a rica herança da dança clássica indiana. Essas pessoas realizaram um grande esforço para proporcionar maior relevo à dança e criaram as bases para o espetacular renascimento desta forma de arte depois que a Índia recuperou sua independência, em 1947. A partir de então, surgiu um número cada vez maior de bailarinos, professores, alunos e companhias de dança indiana, bem como escolas na Índia, Grã-Bretanha, América do Norte e Austrália. 

Da mesma forma que se tem dado continuidade às tradições folclóricas e à dança clássica, surgiram, nos últimos 50 anos, a dança contemporânea e a dança cinematográfica. Esta última transformou-se em uma forma popular de arte e coreógrafos como Mrinalini Sarabhai, Manjusri Chaki-Sircar, Chandralekha e Kumudini Lakhia desenvolveram uma nova linguagem, criando obras modernas baseadas na tradição clássica e, algumas vezes, em temas da atualidade. 

Na Grã-Bretanha, existe uma longa tradição de dança indiana. Uday Shankar trabalhou com Anna Pavlova na década de 1920. As excursões de Ram Gopal na década de 1950 continuaram com as realizadas pelas companhias britânicas a partir de 1970. Shobana Jeyasingh abriu um novo campo ao trabalhar com compositores e coreógrafos ocidentais, como Michael Nyman e Richard Alston, e com companhias de teatro e coreógrafos indianos contemporâneos, criando formas inovadoras e desafiantes para transmitir o classicismo indiano ao grande público.

(http://www.dancanomundo.com.br)

I believe in Indian dance as a divine gift given to the Indian people. As an expression of grace, playfulness and a place where it is clear that most beautiful of arts that man has ever produced, reflecting the spiritual aspects of a very beautiful way.

I believe that the school of Indian music should be taught to everyone regarding its universal essence, their joy, their rhythm, the beauty of their movements, their celebration of life, reinterpreting philosophical issues in which is based on a universal scope and declaring the divine celebration to one God who gave it to the Indians.

Despite being practiced in temples in honor of various deities of Hinduism, it transcends such temples, travels to a world older and a more sacred, having no origin in the religions of ancient india, before a place where God himself Creator of all things dwells.

The Indian dance has its origin in God, donated by him, as an expression of life, an expression of identity of a nation, an expression of cultural identity, being a gift of love to India.
  
Christ awaits the entry of Indian people dancing in the heavenly places.
This phrase has double interpretation and the two should be considered.

Dancing Christ, awaiting entradada of Indian people in the heavenly places.
Christ awaits the Indian people, dancing among the heavenly places …



The Scriptures declare that one day there will be a new heaven and a new earth.
And in this new heaven and new earth, humans transformed they  dance so contagious and stunning.
And the angels who are there they dance steps that are now run by Indian children.

There is a mystery in human meekness, the patience, the sweetness, the lightness. Power corrupts man, or the man corrupted by the evil acts rudely, treating others as inferior to themselves, corrupting power itself.
The Indian dance is a true divine revelation, she curses him for his integrity, the existence of castes.
Could not be prevented the dance with a manifestation of the human spirit. In dance all become equal.

We live in a world of people who destrata people, people who use the power of management, power political, power financial or military to humiliate. Wolves in lambs waited for years for the opportunity to become leaders of their livestock enterprise. And when they did show their true nature. Thousands of companies and public agencies around the world, bosses, managers, authorities instituted, used their positions to express desires Domain expressing their inner circus of horrors metamorphosed into profanity in threats and verbal assaults in shouts and charges, reverberating hatred of his charges. The verbal aggressiveness mixed with human power is a major disease of mankind. She is direct inheritance of mistreatment,  of torture she is cousin, sister of disregard, mother of intrigue and close relative of destruction.
Dance is little sister of meekness. She, in many instances, is the art of expressing the purity, laughter, lightness and grace.


Welington José Ferreira


(http://www.dancanomundo.com.br)

History

Considered one of the most developed art forms of Indian culture. The huge geographical area of ​​the Indian subcontinent contains a great diversity of land, climate, people, culture and language, which is reflected in its many dance styles, from classical and folk to contemporary.



The Classics


The classical tradition is an ancient art form and sophisticated stretching over several centuries. Has its origin in the temples and is performed by devadasis (temple dancers). The classic styles are related to mythology, philosophy, spiritual beliefs of Hindu culture and, in more recent times, with Islamic tradition. Natyasastra have their roots in the earliest text that is known about playwriting, attributed to Bharata, who actually acted more as a researcher and compiler work very ancient than as the inventor of the dramatic genre. According to the most accepted hypotheses, the Natyasastra lies the III-IV centuries AD, the treaty defines Sanskrit drama as the conjunction of the word, mime, dance and music and sets its technical and aesthetic principles.


II to VIII century AD, there was a significant diversification. Gradually, the dance drama was dissociating and born different classic styles that reflected the particular traditions of each region in which they arose. However, all the classic styles share the basic elements of nritta (pure dance), the nritya (expression) and natya (dramatic element).


Inside the natya, the abhinaya (expression of dramatic content through pantomime and gesture) takes different forms in each style, each being more exaggerated than others. The themes of abhinaya also vary, but each style says navarasa the teachings of the nine states of mind or feelings: love, contempt, grief, anger, fear, value, disgust, admiration and peace. These moods are classified in Natyasastra, which also describes the means to express them through the movements of the eyes, eyebrows, neck, hands and body.


There are two categories of movements that all ailarinos can perform regardless of their sex: tandava, masculine and vigorous dance, and Lasya, which is elegant and feminine side. All styles are performed barefoot, although some of them are used in the Ghungroos (ankle bells) to increase the pace of the steps. Mudras (hand gestures), the stylized movements of the face and the eyes and the complex rhythmic patterns are other features of this dance.


Localism


Although developed its own technical presentations and distinct regional variants retain the same basic rules and regulations appearing in Natyasastra. There are stylistic differences that give quality peculiar to each. The main varieties are:


Bharata natyam: developed in the temples of Tamil Nadu in South India. Contains a stimulating flow of percussion. The space and motion are perceived along precise geometric lines, accented by a delicate footwork.


Kathak: has its origins in traditional tales of northern India. Later, flourished in the courts Hindu and Mongolian, which became the subtle and sophisticated form today. The style is characterized by complex footwork and spins faster the body.


Odissi: comes from eastern India. His lyrical and fluid lines are punctuated by pauses in which the dancers adopt sculptural poses, these representations that can be seen on the walls of some temples.


Manipuri: is a sleek and smooth style that originates from Manipur, in northeastern India. The dancers give small steps and jumps and women wear long skirts and rigid. Legends about Krishna are the themes developed in the performances.


Kathakali: emerged in Kerala, in southwestern India. This vigorous and dramatic style is related to the martial arts traditions. Uses mime, makeup and clothing stylized to represent the characters of myths and legends.


Mohini Attam: also emerged in Kerala. The women dance in white and gold. It is a blend of bharata natyam and Kathakali with doses of local folk dances, particularly kaikottikali.


Kuchipudi: named after the people of Kuchipudi, in the southern state of Andhra Pradesh. It has many common elements with the bharata natyam and is vibrant and lively. It is composed of individual dances and dramatic dances.


Folklore
The classic shapes have many points with folk dance. Throughout the Indian subcontinent, there is a huge variety of folk dances: social dances to celebrate special occasions such as weddings, dances, dances for women and for men. The dancers sing and dance and accompaniment of drums is indispensable. Perhaps the best-known folk dances are the energetic and vigorous bhangra of the Punjab and Dandia ras and garba (dance steps) of Gujarat.


Influences


Over the centuries, the dances of India have suffered different influences, which exerted great impact on its development. Twelfth to eighteenth century AD, the Mongol empire flourished and later fell in the northern regions. Under the patronage of the emperors, the arts, especially music and painting, were stimulated in the courts. The Kathak evolved from the tradition of tales counters the subtle and complex today. With the arrival of the British Empire, dance, and other arts, suffered an eclipse time, especially in places where they established the English protectorate. Due to the imposition of English schooling and Victorian values, the dance ceased to be promoted, especially among the middle class. Gradually, in disgrace and devadasis were expelled from the temples.


However, in the first half of the twentieth century personalities like Rabindranath Tagore, Uday Shankar and Rukmini Arundale fought tirelessly to revive the rich heritage of Indian classical dance. These people made a great effort to give greater weight to dance and have created the foundation for the spectacular revival of this art form after India regained its independence in 1947. Thereafter came a growing number of dancers, teachers, students and Indian dance companies and schools in India, Britain, North America and Australia.


Likewise it has continued to folk traditions and classical dance, emerged in the last 50 years, contemporary dance and dance film. The latter became a popular form of art and choreographers Mrinalini Sarabhai, Manjusri Chaki-Sircar, Chandralekha and Kumudini Lakhia developed a new language, creating modern works based on the classical tradition and, sometimes, on current topics.


In Britain, there is a long tradition of Indian dance. Uday Shankar worked with Anna Pavlova in the 1920s. The tours Ram Gopal in the 1950s continued with those carried out by British companies since 1970. Shobana Jeyasingh opened a new field to work with Western composers and choreographers such as Michael Nyman and Richard Alston, and theater companies and Indian contemporary choreographers, creating innovative and challenging Indian classicism to convey to the general public.

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