Para os economistas Brasileiros. Por um novo paradigma

As finanças brasileiras necessitam de regulação. A prioridade de um governo decente é o domínio de seu sistema financeiro. Devemos destruir a especulação. A divida de 2 trilhões de reais internas e da emissão de divisas na ordem de  1 trilhão de dólares anuais a bancos estrangeiros num universo onde a especulação financeira mundial atinge a ordem de 600 trilhões de dólares é a maior necessidade brasileira. Devemos controlar os bancos através de autarquias, impondo a eles compromissos de transformar o dinheiro que neles circula, em financiamento de empresas, dos negócios, da industria, da pesquisa, da educação, da infraestrutura e da agricultura. Sem que isso aconteça, a luta de milhões terá sido em vão.
A verdadeira reforma econômica é a regulamentação e a regulação do mercado financeiro. Significa renegociarmos a divida Interna e a Externa.
Significa impor limites ao seus pagamentos, do mesmo modo que um pai de família limita as contas com as quais pode arcar.  Só há um futuro para o país: O de reverter a divida em divisas.  Usarmos o direito internacional para compartilhar o risco de nossos negócios, criarmos mecanismos de contenção da saída de bens e a fomentarmos a repatriação de nossas divisas. Até estatizar bancos e suas governanças se assim for necessário.  
 
 
Dois anos de moratória das nossas dividas podem significar pelo menos 12 anos de crescimento brasileiro.
Mas, como nação, a moratória paralisaria outras fontes de captação de recursos.
O Brasil necessita de um plano de governança financeira que atue sobre o mercado concedendo  liberdade – controlada.
Sem que pareça estar controlando os bancos.
Necessita diminuir o pagamento das dívidas contraidas através de estratégias que crie compromissos das instuitições envolvendo-a sua capacidade de investimento, mudando o modo como estas instituições transformam seu passivo em finanças.

O dinheiro deve servir para propósitos que sejam respaldados por crescimento real de uma nação.
A mente dos economistas deve se desvencilhar das armadilhas econômicas e das estratégias globais maquinadas.,
DESVENCILHAR-SE DE concessões ou obrigações que cuja  contrapartidas signifiquem controle sobre as áreas nacionais de pesquisa, da educação, da comunicação, culturais, ou impedir articulações políticas que fomentem exploração humana nas suas dissimuladas formas. 

 
Há um manto de segredos sobre as estratégias jurídicas e financeiras, sobre os acordos e improváveis joint-ventures de milhares de instituições.  O mistério das relações financeiras, do dinheiro sem-dono, das emissões de títulos onde personalidades jurídicas não são identificadas, tem que terminar. A doença é o mundo do anonimato financeiro e a transparência do uso dos recursos financeiros, conhecer seus reais administradores,  é a cura.
Necessitamos nomear cada credor,   assim como conhecer o destino e a fonte de cada ação ao portador, cada titulo, os beneficiários dde cada transformação financeira que ocorre no território nacional.
E esse conhecimento deve ser disponibilizado a várias agencias reguladoras. O Brasil deve iniciar uma fase de governança compartilhada dos grandes bancos privados. O Brasil deve promover uma pactuação nacional de crescimento com compromisso de pelo menos 38% dos recursos hoje existentes nos cinco grandes bancos nacionais,  destinando esses recursos a realização de infraestrutura, linhas de crédito a diversos setores da economia, ao crescimento agropecuário, ao desenvolvimento tecnológico da agricultura, a melhoria das  atividades de mineração, a descoberta de novos minérios, ao desenvolvimento nacional em todas suas variadas faces.. Os bancos devem ser compromissados ao financiamento da energia limpa. Os bancos devem ser impactados pela responsabilidade social e pela  sustentabilidade, não segundo a sua direção, mas segundo metas estipuladas pelo governo federal.
Suas governanças devem ser auditadas microscopicamente.
As metas de crescimento necessitam ser atendidas sob risco de perda  do pagamento das dividas contraídas.
Não se faz necessário, numa primeira análise, sequer multar as instituições. Bastaria inviabilizar o pagamento de parte da divida para as mesmas, através de metas sociais.
Economistas brasileiros, reneguem  a Adam Smith em suas cartilhas infantis e sigam suas próprias  inteligências.
Desvinculem-se das teses Marxistas, Capitalistas,  Toyotistas, Keneysianas, Friedmanianas, ou de Paul Samuelson.
Esqueçam seus modelos matemáticos. Rockfeller e Rothschield não se importam com eles. Nunca se importaram. Não creio na inocência de políticos ou economistas que usem discursos baseados em Yates, Havard, Liberalismo ou Globalização, usando essas teorias como  as fontes inspiracionais ou revelacionais para suas afirmações.
Não creio em homens que mentem tanto assim.
Mas para vocês outros que ainda estão vivos, que de algum modo ainda amam aquilo que é humano, que por alguma razão  maravilhosa entendem o que estou afirmando, peço que por um instante esqueçam a lisura e joguem o jogo financeiro, não como aprendizes.
Mas como mestres.
Usem todos os recursos a sua disposição e transformem cada centavo especulado, em investimentos para um Brasil melhor. Enviem um negociador que conheça as artimanhas. Contratem estrategistas e consultores financeiros que estejam atualmente descontentes com suas matrizes estrangeiras. Tragam financistas e ex-parceiros de negócios destruídos pela avidez de seus antigos patrões. Tragam testemunhas dos golpes que sufocaram suas empresas, tragam os homens que viram sua moeda nacional ser corroída diante de atos financeiros disfarçados de legitimidade. Reforcem a equipe econômica com agentes da Rússia, da Alemanha, dos bancos ingleses.  Aprendam com os juristas ingleses, alemães, holandeses.
Tragam aqueles que tiveram altos cargos em grandes bancos europeus e que foram retirados por motivos de se oporem a práticas financeiras destruidoras. 

Vinte e uma pessoas deste nível podem trazer para o país pelo menos 12 trilhões de dólares somente com uso de seus conhecimentos em menos de 10 anos. Por dezenas de anos agencias de espionagem colocaram seus agentes em diversos setores estratégicos das nações, influenciado decisivamente decisões governamentais.
Está na hora de lhes retribuirmos este doce favor. 




E sem necessidade de dissimulação ou de licença para matar.  
Uma estratégia financeira unificada e poderosa a serviço de um estado, resultado de uma visão aguçada do sistema mundial pode ser a arma mais poderosa do século XXI.
Se o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males – a avareza –  a generosidade será um excelente antídoto. Tornaremos o sistema financeiro generoso. Ainda que contra sua natureza.
O Brasil necessita de estrategistas que tenham atuado em Wall Street. Tragam operadores de  Frankfurt, de  Chicago (CME)  de. Hong Kong de Nova York (Nyse Euronext)  da  Intercontinental (ICE-EUA)  da  Nymex (EUA), de Londres , da. Austrália, da  OMX (países bálticos e nórdicos). Precisa de financistas que conheçam profundamente:

1 – (1) HSBC Holdings (Reino Unido)*
2 – (3) Bank of America (EUA)
3 – (4) JPMorgan Chase (EUA)
4 – (10) Royal Bank of Scotland (Reino Unido)
5 – (13) BNP Paribas (França)
6 – (21) Banco Santander (Espanha)
7 – (24) Citigroup (EUA)
8 – (25) Barclays (Reino Unido)
9 – (33) UniCredit Group (Itália)
10 – (35) Mitsubishi UFJ Financial (Japão)
11 – (40) BBVA-Banco Bilbao Vizcaya (Espanha)
12 – (41) Wells Fargo (EUA)
13 – (42) ICBC (China)
14 – (44) HBOS (Reino Unido)
15 – (45) Crédit Agricole (França)
16 – (50) Wachovia (EUA)
17 – (54) Lloyds TSB Group (Reino Unido)
18 – (55) Royal Bank of Canada (Canadá)
19 – (56) Bank of China (China)
20 – (62) CCB-China Construction Bank (China)
 

E com eles montar um plano. Um espetacular plano.

  Welington José Ferreira

 
Brazilian finances require regulation. The priority of a decent government is the domain of its financial system. We must destroy the speculation. The debt of 2 trillion reais internal and issuing currency on the order of $ 1 trillion annually to foreign banks in a universe where the world financial speculation reaches the order of 600 billion dollars is the largest Brazilian need. We must control the banks by municipalities imposing the commitments they make the money that circulates them in corporate finance, business, industry, research, education, infrastructure and agriculture. Without this, the struggle of millions have been in vain.True reform is economic regulation and financial market regulation. Means renegotiate the debt External and Internal.Means imposing limits on their payments, even as a father with limited accounts which can afford. Only there is a future for the country: The reverse of the debt in foreign currency. We use international law to share the risk of our business, creating mechanisms to contain the output of goods and we promote the repatriation of our foreign exchange. Up to nationalize banks and their governances if so required.Two-year moratorium of our debt could mean at least 50! (exaggerated) years of Brazilian growth.But, as a nation, the moratorium would paralyze other sources of funding.Brazil needs a governance plan that acts on the financial market by granting freedom – controlled.Without appearing to be controlling banks.Need decrease the payment of debts through strategies that create commitments of instuitições involving its investment capacity, changing the way these institutions transform your liabilities in finance.The money should be used for purposes that are backed by real growth of a nation.The minds of economists should disentangle the pitfalls of economic and global strategies machined.,Disentangle IS concessions or obligations whose counterparts signify control over areas of national research, education, communication, cultural, or prevent joint policies that foster human exploitation in their disguised forms.There is a shroud of secrets about the legal strategies and financial, of agreements and joint ventures unlikely to thousands of institutions. The mystery of financial relations, without money-owner, of securities issues where legal personalities are not identified, has to end. The disease is the world of financial anonymity and transparency of the use of financial resources, know your real administrators, is the cure.We need to name each creditor, as well as the destination and source of each bearer share, each title, the beneficiaries dde each financial transformation that occurs in the country.And this knowledge should be available to various regulatory agencies. Brazil should start a stage shared governance of large private banks. Brazil should promote a national pact for growth with commitment of at least 38% of the resources currently exist in five major national banks, allocating these resources to carry out infrastructure, lines of credit to various sectors of the economy, agricultural growth, technological development agriculture, improvement of mining, the discovery of new ore, national development in all its varied faces .. Banks must be committed to financing clean energy. Banks should be impacted by social responsibility and sustainability, not according to its direction, but according to targets set by the federal government.His governances should be audited microscopically.The growth targets need to be met will result in loss of payment of debts incurred.Is not necessary, at first sight, even fining institutions. Suffice derail the payment of part of the debt for the same through social goals.Brazilian economists, Adam Smith renege on their children’s booklets and follow their own minds.Untie yourself from theses Marxists, Capitalists, Toyotistas, Keneysianas, Friedmanianas, or Paul Samuelson.Forget their mathematical models. Rothschield Rockefeller and do not care about them. Never cared. I do not believe in the innocence of politicians or economists who use speech-based Yates, Havard, Liberalism and Globalization, using these theories as revelatory and inspirational sources for his claims.I do not believe in men who lie so much.But for you others who are still alive, that somehow still love what is human, which for some reason wonderful understand what I’m saying, I ask you for a moment forget the smoothness and play the financial game, not as apprentices.But as teachers.Use all the resources at your disposal and turn every penny speculated on investment for a better Brazil. Send a negotiator who knows the tricks. Hire financial advisors and strategists who are currently unhappy with their headquarters abroad. Bring financiers and former business partners destroyed by the greed of their former employers. Bring witnesses of blows that choked their companies, bring the men who saw their national currency to be eroded in the face of financial acts disguised as legitimate. Strengthen the economic team with agents from Russia, Germany, the British banks. Learn from jurists English, German, Dutch.Bring those who have had senior positions in large European banks that were removed for reasons to oppose destructive financial practices.Twenty-one people at this level may bring into the country at least 12 trillion dollars just to use their knowledge in less than 10 years. For decades spy agencies put their agents in various strategic sectors of nations, decisively influenced government decisions.It’s time to give back to them this sweet favor.And without concealment or license to kill.A unified and powerful financial strategy in the service of a state, the result of a keen vision of the world system can be the most powerful weapon of the XXI century.If the love of money is the root of all evil – greed – generosity will be an excellent antidote. Become generous financial system. Even against their nature.Brazil needs strategists who have worked on Wall Street. Bring operators Frankfurt, Chicago (CME) of. Hong Kong New York Stock Exchange (NYSE Euronext) Intercontinental (ICE-US) the Nymex (USA), London, the. Australia, OMX (Nordic and Baltic countries). Need financiers who know deeply:1 – (1) HSBC Holdings (UK) *2 – (3) Bank of America (USA)3 – (4) JPMorgan Chase (USA)4 – (10) Royal Bank of Scotland (UK)5 – (13) BNP Paribas (France)6 – (21) Banco Santander (Spain)7 – (24) Citigroup (USA)8 – (25) Barclays (UK)9 – (33) UniCredit Group (Italy)10 – (35) Mitsubishi UFJ Financial (Japan)11 – (40), BBVA Banco Bilbao Vizcaya (Spain)12 – (41) Wells Fargo (USA)13 – (42) ICBC (China)14 – (44) HBOS (UK)15 – (45) Crédit Agricole (France)16 – (50) Wachovia (USA)17 – (54) Lloyds TSB Group (United Kingdom)18 – (55) Royal Bank of Canada (Canada)19 – (56) Bank of China (China)20 – (62) CCB, China Construction Bank (China)And they put together a plan. A spectacular plan.

  Welington José Ferreira

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