Sobre o reino passageiro – Um estudo sobre o anticristo

Sobre o reino passageiro – O anticristo 

Você já leu sobre o CHIP 2013?
Lembra do DVD que lhe enviei sobre a Teoria da Conspiração? Então, lá mostrava que no futuro a população seria identificada por estes chips e que só faria compras em certos lugares quem o tivesse.

Veja no link: http://www.torahweb.net/t1463-implante-de-chip-obrigatorio-no-eua-em-2013

da redação da Welington Corporation

Oi Suely! Boa tarde!

Sobre o reino passageiro – O anticristo 

Para que o Anti-Cristo assuma o poder ele necessitará de considerável estratégia. Não basta firmar-se com apoio de magos, bruxos, ocultistas e religiosos, sociedades ocultas de toda espécie, tentando  tomar a força o poder político. No filme Sherlock Holmes, com Robert Downey Jr no papel principal, visualizamos como poderia ser uma dessas tentativas frustradas O plano do reino passageiro tem que ser diversificado, dissimulado, abrangente. Tal plano possui várias etapas, e necessita capitalizar ou compatibilizar milhares de atividades humanas, centenas de disciplinas do conhecimento. No nosso mundo temos complexas relações sociais, econômicas, tecnológicas, religiosas e políticas.  Somos regidos por uma pluralidade de relações jurídicas, leis internacionais, convenções, tratados, códigos diversos, normas, padrões.
Migramos para um mundo conectado, relações computacionais que fazem parte do dia a dia, redes sociais, indexadores, blogosfera, conectividade via MSN, Skype, migração de nossa memória (fotos) e relacionamentos (contatos) para a nuvem (web). O mundo do papel tornou-se em poucos anos, o mundo dos bytes, da interação virtual. Hoje caminhamos para outro patamar que é o da telecomunicação se fundindo com a internet. E logo também a televisão, onde possivelmente não conversaremos sem visualizar com quem falamos.
A REDE é hoje uma realidade social, ela já coopera com mudanças de aproximações culturais, modificações lingüísticas, e o sistema financeiro mundial também dela se tornou dependente.  
Toda ferramenta humana pode ser usada adequadamente ou para o mal. A natureza humana não conhece ferramenta que não possa ser usada para ferir ao outro.  A bíblia usada de modo errado pode destruir pessoas. Mesmo sentimentos, a paixão pode adoecer e até desesperar, a sexualidade dada ao ser humano como uma benção pode ser transtornada, se tornar motivo de tormento, opressão, e mesmo angustia quando dominada por aspectos outros que não o propósito original que era de ser vinculo entre duas pessoas que se amam, exemplo da escravidão sexual, da prostituição, do estupro, da pornografia. A lei cuja  essência é a justiça pode ser deturpada para beneficiar a alguns em detrimento de poucos.  O Estado hoje era para ser uma evolução das estruturas políticas do passado para dar qualidade de vida ao povo, a uma nação. O estado totalitário inverte a ordem das coisas exemplo da ditadura que ceifou centenas de vida no Brasil, transformando-se em instrumento de destruição. Lideres políticos deveriam representar os grupos que o elegeram com a visão do bem-estar geral, munido de interesses gerais. Stalin, lider soviético matou para se manter no poder, 50 milhões de pessoas. Na REDE existem lutas internas colossais pelo seu domínio, existe desde peneira de informações, até mecanismos que podem a se tornar ferramentas de controle ideológico. Isto já ocorre em nível de propaganda há anos. No que você consome, no que nós lemos, existem vários modos de você induzir, enfatizar, generalizar posturas, filosofias de vida, padrões de consumo, para atender a um mercado, a um modismo, a um movimento cultural, porque alguém está interessado em te vender alguma coisa. Ou que você não saiba de alguma coisa. As empresas praticam jogos de poder, tem as oligarquias, os cartéis, os monopólios, etc. Nos séculos anteriores a Inglaterra interviu fortemente para que o Brasil entrasse numa guerra que dizimou a população do Paraguai, que despontava com desejo de industrializar-se.  A Exxon dominou o panorama do petróleo por dezenas de anos com práticas que beiram a insanidade moral. O aço do mundo é hoje quase que totalmente dominado por um único grupo econômico. Toda a economia da terra gera em torno de 50 grandes empresas, cujas ramificações abrangem milhares de outras. O Shogunato  (Japão) caiu por causa da necessidade econômica que alguns grupos possuíam de realizar investimentos naquele país. Hitler foi financiado por um dos grupos que ainda está no cenário financeiro mundial até hoje.  A base financeira do futuro governo do anticristo necessita ter em suas mãos as rédeas do mercado financeiro, a interação religiosa, o domínio do fornecimento de alimentos, as chaves das indústrias químicas, o poder do petróleo, a mudança dos códigos de leis internacionais, a ideologia propagada através dos meios de mídia existente e para tal o controle do conteúdo televisivo, da mídia da web e telefônica,  a propagação de sua filosofia através da literatura. Sem percebam que isso tudo está interconectado, sem que a humanidade entenda que está sendo manipulada. A moda já faz isso a tempo. Veja a magreza das modelos, a manipulação fotográficas das capas de revistas, a ditadura da beleza. Há uma acusação formalizada de que a mulher americana jamais viu nas revistas de moda o verdadeiro rosto de uma mulher de 50 anos. Por cerca de 30 anos a televisão brasileira retratou famílias em adultério, paixões proibidas, vida íntima ilegítima ou situações retiradas de contos de Nelson Rodrigues. O comportamento da juventude brasileira, influenciada pela massificação de arquétipos de sexualidade mundanos (os discursos e enredos contínuos sobre  adultério, traição, tabu, propaganda da sensualidade, liberação sexual, e coisas afins)  diminuiu a infância, vulgarizou a sexualidade adolescente, ridicularizou a virgindade, retirou dos pais a responsabilidade sexual do comportamento dos filhos. A ponto de em determinada cena de televisão, uma prostituta, reclamar de que as chamadas “patricinhas” se vestiam exatamente como elas, sendo impossível em determinadas regiões das metrópoles diferenciar quem era ou não uma prostituta pelos trajes. Reclamação feita por uma prostituta. 
Existem batalhas ideológicas em todas as áreas do conhecimento humano, que se assemelham com disputas comerciais ilegítimas.

Para entender esse processo abrangente não há relato melhor que o da Propaganda Nazista:

“A propaganda política busca imbuir o povo, como um todo, com uma doutrina… A propaganda para o público em geral funciona a partir do ponto de vista de uma idéia, e o prepara para quando da vitória daquela opinião”. Adolf Hitler escreveu tais palavras em 1926, em seu livro Mein Kampf , no qual defendia o uso de propaganda política para disseminar seu ideal de Nacional Socialismo que compreendia o racismo, o anti-semitismo e o anti bolchevismo.
Após a chegada do nazismo ao poder em 1933, Hitler estabeleceu o Ministério do Reich para Esclarecimento Popular e Propaganda, encabeçado por Joseph Goebbels. O objetivo do Ministério era garantir que a mensagem nazista fosse transmitida com sucesso através da arte, da música, do teatro, de filmes, livros, estações de rádio, materiais escolares e imprensa.
Existiam várias audiências para receber e assumir as propagandas nazistas. Os alemães eram constantemente relembrados de suas lutas contra inimigos estrangeiros, e de uma pretensa subversão judaica. No período que antecedeu a criação das medidas executivas e leis contra os judeus, as campanhas de propaganda criaram uma atmosfera tolerante para com os atos de violência contra os judeus, particularmente em 1935, antes das Leis Raciais de Nuremberg, e em 1938, após a Kristallnacht, quando do fluxo constante de legislação anti-semita sobre os judeus na economia. A propaganda também incentivou a passividade e a aceitação das medidas iminentes contra os judeus, uma vez que o governo nazista interferia e “restabelecia a ordem” (derrubada pela derrota alemã na 1ª Guerra Mundial).
A propaganda nazista também preparava o povo para uma guerra, insistindo em uma perseguição, real ou imaginária, contra as populações étnicas alemãs que viviam em países do leste europeu em antigos territórios germânicos conquistados após a Primeira Guerra Mundial. Estas propagandas procuravam gerar lealdade política e uma “consciência racial” entre as populações de etnia alemã que viviam no leste europeu, em especial Polônia e Tchecoslováquia. Outro objetivo da propaganda nazista era o de mostrar a uma audiência internacional, em especial as grandes potências européias, que a Alemanha estava fazendo demandas justas e compreensíveis sobre suas demandas territoriais.
Após a Alemanha haver quebrado o Pacto Ribentrof, que havia assinado, e invadido a União Soviética, a propaganda nazista passou a dirigir-se aos civis dentro do estado alemão, e aos soldados e policiais alemães que serviam nos territórios ocupados, bem como a seus auxiliares não-alemães, inventando um elo entre o comunismo soviético e o judaísmo europeu, e apresentando a Alemanha como defensora da cultura “ocidental” contra a ameaça “Bolchevique”. Esta propaganda também mostrava uma imagem apocalíptica do que aconteceria caso os soviéticos ganhassem a Guerra e foi aumentada após a derrota catastrófica da Alemanha em Stalingrado, Rússia, em fevereiro de 1943. Este enredo serviu como instrumento para persuadir os alemães, nazistas ou não, além de colaboracionistas estrangeiros, a lutarem até o final.
O cinema, em particular, teve um papel importante na disseminação das idéias do anti-semitismo racial, da superioridade do poder militar alemão e da essência malévola de seus inimigos, como eram definidos pela ideologia nazista. Os filmes nazistas retratavam os judeus como seres “subhumanos” que se infiltraram na sociedade ariana; em 1940, por exemplo, o filme de 1940, “O Eterno”, dirigido por Fritz Hippler, que retratava os judeus como parasitas culturais ambulantes, consumidos pelo sexo e pelo amor ao dinheiro. Alguns filmes, como “O Triunfo da Vontade”, de 1935, de Leni Riefenstahl, exaltava Hitler e o movimento Nacional Socialista. Duas outras obras de Leni, “O Festival das Nações” e “Festa da Beleza” (1938), mostraram os Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936, promovendo o orgulho nacional com o sucesso do regime nazista naqueles Jogos.
Jornais alemães, principalmente o Der Stürmer, O Tufão, publicavam caricaturas anti-semitas para descrever os judeus. Depois que os alemães deflagraram a Segunda Guerra Mundial com a invasão da Polônia, em setembro de 1939, o regime nazista utilizou propagandas para causar a impressão de que os judeus não eram apenas sub-humanos, mas que eram também perigosos inimigos do Reich alemão. O regime buscava obter o apoio, ou o consentimento tácito, da população alemã para as políticas que tinham como objetivo a remoção permanente dos judeus das áreas onde viviam alemães.
Durante a implementação da chamada Solução Final, i.e. o extermínio em massa de judeus, os soldados das SS nos campos de extermínio forçavam suas vítimas a apresentar uma fachada de normalidade em ocasiões em que vinham visitas ou em que tiravam fotos e filmavam os campos, chegando ao ponto de obrigar os que iam para as câmaras de gás a enviar cartões-postais para amigos e parentes dizendo que estavam sendo bem tratados e que viviam em excelentes condições, criando assim a fachada de tranqüilidade necessária para deportá-los da Alemanha, e dos países por ela ocupados, da forma menos tumultuada possível. As autoridades dos campos usavam a propaganda para acobertar as atrocidades e o extermínio em massa que praticavam.
Em junho de 1944, a Polícia de Segurança alemã permitiu que uma equipe da Cruz Vermelha Internacional inspecionasse o campo-gueto de Theresienstadt, localizado no Protetorado de Boêmia e Moravia (hoje República Tcheca). As SS e a policia estabeleceram Theresienstadt, em novembro de 1941, como um instrumento de propaganda para consumo doméstico no Reich alemão. O campo-gueto era usado como uma explicação para os alemães que ficavam intrigados com a deportação de judeus alemães e austríacos de idade avançada, de veteranos de guerra incapacitados, ou artistas e músicos locais famosos para “trabalharem” “no leste”. Na preparação para a visita de 1944, o gueto passou por um processo de “embelezamento”. Depois da inspeção, as autoridades das SS no Protetorado produziram um filme usando os residentes do gueto para demonstrar o tratamento benevolente, que os “moradores” judeus de Theresienstadt recebiam. Quando o filme foi finalizado, as autoridades das SS deportaram a maioria do “elenco” para o campo de extermínio Auschwitz-Birkenau.
O regime nazista até o final utilizou a propaganda de forma efetiva para mobilizar a população alemã no apoio à sua guerra de conquistas. A propaganda era também essencial para dar a motivação àqueles que executavam os extermínios em massa de judeus e de outras vítimas do regime nazista. Também serviu para assegurar o consentimento de outras milhões de pessoas a permanecerem como espectadoras frente à perseguição racial e ao extermínio em massa de que eram testemunhas indiretas.”

 As Escrituras afirmam “Filhinhos, já é a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora” (1 João 2:18).

O que significa a palavra CRISTO: MESSIAS, o enviado, o ungido, o escolhido (por Deus) em Hebraico, e o termo em Grego, o ungido.
Anti é uma preposição do grego que significa: o oposto
Oposto de enviado: Falso emissário.
Oposto de ungido: O termo ungido simbolizava o homem separado por Deus para o ofício de sacerdote, de profeta ou de rei que recebia o azeite derramado sobre sua cabeça. O Messias é aquele que foi separado para ser rei, profeta e sacerdote. O óleo descia abundantemente pelo cabelo, descia pela barba e caia pelas vestes no momento da unção. Esse óleo é o rito que dá inicio a capacitação do sujeito para o ofício e a partir dele o homem ou mulher separada receberá o Espírito de Deus que nela permanecerá até o fim de seu ministério. Logo o óleo começou a ser reconhecido como símbolo do próprio Espírito Santo. Uma pessoa ungida é uma pessoa separada, capacitada pelo Espírito, em quem reside o Espírito.
O oposto de ungido: opresso. Pessoa sobre quem repousa o espírito ou espíritos malignos. Por conseqüência dos três ofícios de Jesus, ele será também um falso rei, exercerá um falso sacerdócio e também será um falso profeta. Na medida que nos aprofundamos sobre cada um desses aspectos,  governamental, sacerdotal e profético, mais entenderemos suas funções exercidas ao contrário.  Um rei, ministro, governador, presidente, qualquer um que exerça as funções de chefe de estado, deve possuir qualidades de um nobre, sabedoria, benevolência, capacidade jurídica, retidão, equidade, imparcialidade, etc.
Maquiavel discorre sobre princípios gerais para manutenção do poder em que a sabedoria é desprovida de caráter, onde a inteligência é usada para de todas as formas, legitimas ou não,  para manutenção do poder. Tal procedimento foi denominado depois maquiavelismo. As 48 leis do poder de Joost Elffers e Robert Greene são uma compilação de princípios reunida nos escritos dos estrategistas (Sun-Tzu, Clausewitz), estadistas (Bismarck, Talleyrand), cortesãos (Castiglione, Gracián), sedutores (Ninon de Lenclos, Casanova), e charlatões (“Yellow Kid” Weil).

lei 1: não ofusque o brilho do mestre
lei 2: não confie demais nos amigos. Aprenda a usar os inimigos
lei 3: oculte suas intenções
lei 4: diga menos do que o necessário
lei 5: muito depende da reputação – dê a própria vida para defendê-la
lei 6: chame a atenção a qualquer preço
lei 7: faça com que os outros trabalharem por você mas sempre fique com o crédito
lei 8: faça as pessoas virem até você – use uma isca, se for preciso
lei 9: vença por suas atitudes não discuta
lei 10: contágio: evite o infeliz e azarado
lei 11: aprenda a manter as pessoas dependentes de você
lei 12: use a honestidade e a generosidade seletivas para desarmar a sua vítima
lei 13: ao pedir ajuda, apele para o egoísmo das pessoas, jamais para a sua misericórdia ou gratidão
lei 14: banque o amigo. Aja como espião.
lei 15: aniquile totalmente o inimigo
lei 16: use a ausência para aumentar o respeito e a honra
lei 17: mantenha os outros em um estado latente de terror: cultive uma atmosfera de imprevisibilidade
lei 18: não construa fortalezas para se proteger – o isolamento é perigoso
lei 19: saiba com quem está lidando – não ofenda a pessoa errada
lei 20: não se comprometa com ninguém
lei 21: faça-se de otário para pegar os otários – pareça mais bobo do que o normal
lei 22: use a tática da rendição: transforme a fraqueza em poder
lei 23: concentre as suas forças
lei 24: represente o cortesão perfeito
lei 25: recrie-se
lei 26: mantenha as mãos limpas
lei 27: jogue com a necessidade que as pessoas têm de acreditar em alguma coisa para criar um séquito de devotos
lei 28: seja ousado
lei 29: planeje até o fim
lei 30: faça as suas conquistas parecerem fáceis
lei 31: controle as opções: quem dá as cartas é você
lei 32: desperte a fantasia das pessoas
lei 33: descubra o ponto fraco de cada um
lei 34: seja aristocrático ao seu próprio modo: aja como um rei para ser tratado como tal
lei 35: domine a arte de saber o tempo certo
lei 36: despreze o que não puder ter: ignorar é a melhor vingança
lei 37: crie espetáculos atraentes
lei 38: pense como quiser, mas comporte-se como os outros
lei 39: agite as águas para atrair os peixes
lei 40: despreze o que vier de graça
lei 41: evite seguir as pegadas de um grande homem
lei 42: ataque o pastor e as ovelhas se dispersam
lei 43: conquiste corações e mente
lei 44: desarme e enfureça com efeito espelho
lei 45: pregue a necessidade de mudança, mas não mude muita coisa ao mesmo tempo.
lei 46: não pareça perfeito demais
lei 47: não ultrapasse a meta estabelecida; na vitória aprenda a parar.
lei 48: evite ter uma forma definida

O Contraste com o Evangelho é muito grande. O mundo secular  exercita-se em jogos de poder. É desse mundo de dissimulação que Jesus veio retirar os seus. Vós não sois do mundo, disse certa feita. A norma de conduta estabelecida vai contra todas as táticas sociais impostas até então quando declara: Amai vossos inimigos. Bendizei aqueles que vos perseguem.  Quando Jesus declara  que a nossa palavra deve ser “sim sim e não não”  e que o que passar disso, desse patamar de transparência tem origem no diabo, sabia bem o que estava dizendo. Porque se dizemos não quando queremos dizer sim e se dizemos sim mesmo quando nossa consciência diz que é não,  é porque há uma estratégia por detrás do que fazemos, há uma segunda finalidade.
O reino do anticristo é o reino das segundas intenções. Ele é francamente dissimulado, inequivocamente oculto, e permanentemente mal intencionado.
Se o reino de Cristo é o reino da luz, o dele é o reino das trevas. Se o reino de Cristo é eterno, o dele é o reino passageiro. Se Jesus é o homem segundo Deus, logo ele é o homem segundo Satanás. Se A palavra de Cristo é a Verdade, logo a sua palavra é completamente mentirosa. Jesus é o Mestre. O que Jesus ouvia do Pai o entregava aos discípulos. Ele é um falso mestre, o que ouvirá de Satanás isso irá ensinar ao mundo. Jesus veio para morrer pelo mundo. O anticristo fará o mundo morrer por sua causa. Jesus cumpriu toda a vontade de Deus. O anticristo realizará toda a vontade de Satanás. Jesus realizou como prodígios, sinais e maravilhas em nome do pai. O anticristo realizará prodígios, sinais e maravilhas pelo poder da mentira em nome do diabo. Os sinais serão sobrenaturais, físicos, reais, mas sem significado, com o intuito de conduzir as multidões não até Deus, mas até ele. Jesus é o CAMINHO. O anticristo se definirá como o DESTINO. Como se ele fosse a razão de tudo. Jesus se fez pobre para que nós pudéssemos nos tornar participantes das riquezas celestiais. O anticristo assumirá a riqueza dos povos, roubará o sistema financeiro mundial para realização de sua própria causa. Através de Cristo veio a salvação do mundo. Através do anticristo viria a sua destruição, se não for deposto a tempo. Mas será.

Então o tal chip de controle, hoje sob a égide das leis internacionais e financeiras é só outra questão tecnológica, influenciando tanto quanto o débito automático. Porém no reino passageiro poderá até ser um passaporte para a morte e para o controle de pessoas. Não é um sistema eletrônico que define o reino passageiro, é a totalidade dos sistemas jurídicos, bancários, sociais, políticos, religiosos, filosóficos, de comunicação, de marketing, jornalísticos, utilizados com o intuito de dar autoridade ao tal reino.

“Muitos anticristos” Qualquer homem que age como se fosse deus ao dar nenhuma importância ao próximo, usando ao outro para suas próprias realizações, ainda que para tal destrua seu próximo, é um anticristo. O ultimo dá nome aos primeiros. Nesse ultimo a desumanidade atinge a maturidade. 
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