Apocalipse 9

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Interpretando a visão do sexto anjo em Apocalipse
Apocalipse 9
13 E tocou o sexto anjo a sua trombeta,
         e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro,       
        Que estava diante de Deus,
Anjos não são fadas.
Diferentemente da mitologia e da literatura e do universo fantástico humano, anjos não são invenções humanas tais fadas, devas, djins, silfos, sátiros, faunos, elfos, leprechauns, anões, trolls, kobolds, brownies, nixies, pixies, gobelins, povo do musgo, gnomos, selkies, ondinas e tantos outros. A maioria deles aparece pela primeira vez em contos dos Celtas.  Na Mitologia Grega são descritas as ninfas dos rios e das fontes, além dos seres aquáticos que formavam o cortejo de Poseidon e de sua esposa Anfitrite. Vêm da Hélade também as narrativas sobre espíritos das montanhas ou das matas, as dríades e hamadríades e outros seres que interagiam com deuses e mortais. Em mitos Nórdicos e Germânicos os elfos, anões e seres encantados são constantes. E em histórias populares da época medieval vamos encontrar esses mesmos seres, às vezes com outros nomes, sendo alguns deles já demonizados – pois, após o advento do Cristianismo, a maioria dos seres mágicos em quem o povo acreditava foram chamados demônios e diabretes, ligados às forças infernais, com o objetivo claro de afastar as pessoas das tradições pagãs e assim obter mais fiéis – e, por consequência, mais poder.
Autores como William Shakespeare utilizaram a riqueza das tradições Celtas em suas peças, e, no Romantismo, corrente sob cuja influência deu-se o nascimento da novela gótica, temos sempre referências não apenas aos seres mitológicos, mas ainda a criaturas assustadoras e fantasmagóricas. Já na Literatura de Fantasia e Infantil/Juvenil moderna, mais desapegada da necessidade de ater-se apenas à realidade, os elementais voltaram a mover-se com liberdade. Nas prateleiras das livrarias, hoje em dia, encontraremos de tudo: desde os Nibelungos que forjavam metais em cavernas até nobres Elfos de inspiração Tolkieniana e, para nossa alegria, Sacis, Curupiras, Igpupiaras, M’bois e outros habitantes fantásticos das terras brasileiras, sem nos esquecermos dos devas de origem africana, conhecidos como Orixás, igualmente ligados às quatro forças naturais.
Talvez parte da inspiração humana para criação de tantos seres fantásticos tenha vindo do contato com estes, reinterpretados de acordo com antigas tradições.
Mas anjos não são fadas. Eles são citados pelo próprio Cristo, que por eles é também visitado. Jesus fala a respeito dos anjos de um modo pessoal. E parte do mistério da criação reside na sua existência. E na sua atuação, na sua operação. Quando o homem crê na palavra de Cristo, o aceita imediatamente como Senhor dos anjos. Recusar sua existência é recusar também a essência divina do próprio Cristo. Não há Evangelho sem anjos, não há eternidade sem anjos, não há revelação em Apocalipse sem anjos.
Podemos viver sem as fadas.
Mas anjos não são fadas.
Anjos são espíritos ministradores testemunhas da eternidade, ligados ao mistério da pessoa do próprio Deus.
Não serão fadas, faunos, leprechauns, sereias ou elfos de quem Jesus dirá que 12 legiões destes seriam enviados até ele se ele assim ordenasse.
Não foram dois duendes que estavam sentados na pedra retirada do sepulcro anunciando que Jesus ressuscitou dos mortos.
Há uma linha entre a imaginação humana e a realidade espiritual, entre o imaginário religioso e a realidade das coisas eternas.
O ateísta imputa a qualquer manifestação espiritual o crédito de uma ficção literária. Mas ao incrédulo estão fechados os portais da eternidade. O incrédulo não tem parte alguma com as coisas reveladas ou com Cristo. Embora ele também abrace fanaticamente ao fantástico do Darwinismo, ao impossível mítico da existência de universo inteligente sem Deus, a metafísica da vida concebida sem propósito a partir da energia. Nada há mais mítico que a falta de propósito da vida sem Deus. Nada é mais fantástico e bruxuleante que a incredulidade humana diante das maravilhas do universo e do inacreditável da existência no mistério da vida.
A iluminação entre o real e o abstrato, entre o espiritual literário, cultural, e a verdade espiritual das coisas é dado pela revelação divina, pela iluminação obtida mediante a palavra de Jesus.
Nele e por Ele e Para ele foram feitas e são todas as coisas.
E diante do mágico de uma realidade mágica anunciada pelos profetas e o testemunho do próprio Autor da Vida, não há erro em ler com reverencia as profecias do Apocalipse entregues pelas mãos inumanas de seres eternos e ficarmos boquiabertos com sua autoridade, poder e interação com nosso universo.
Doa a quem doer, não são belas figuras de linguagem,  representações simbólicas ou piedosas representadas por figuras de anjos em Apocalipse.
Não são enxertos da mente humana, folclore ou piedosa influencia do judaísmo ou resquícios de criaturas lendárias trazidas à memória pelo velho apóstolo que servirão de sujeitos para entrega das profecias sobre os tempos do fim.
São seres reais.
Porque anjos não são fadas.
Então, tendo em mente a mesma visão que Jesus possuía sobre esse assunto, já que foi ele que os criou na eternidade:
13 E tocou o sexto anjo a sua trombeta,
         e ouvi uma voz que vinha das quatro pontas do altar de ouro,       
        Que estava diante de Deus,
Pela sexta vez foi anunciada uma sentença contra a maldade e a injustiça humana. Parte da visão dada por Cristo a João narra o julgamento e a condenação dos crimes passados e presentes da humanidade. Estão incluídos: as crianças que são deformadas propositalmente para pedirem esmola na áfrica; as experiências com remédios em crianças do terceiro mundo; o desvio da verba para compra de medicamentos ou para socorrer pessoas de uma enchente para uso próprio. Estão incluídos parricídios; os matricídios; o tráfico de órgãos; o ensino e a prática da tortura e de toda vilania humana. O juízo leva em conta das crianças queimadas a Astaroth, Baal Dagom; E as moças torturadas na Inquisição portuguesa e espanhola: E Hiroshima; E Nagasaki; E os campos de concentração nazistas; E os campos russos, e a exploração sexual de crianças; o tráfico de mulheres e a escravidão, bem testemunhadas por cemitérios de pretos-novos espalhados pelo continente para recolher na chegada dos navios negrereiros a contingencia das centenas que morreriam pelo caminho… de inanição.
Estão incluídos nessa conta fatídica os milhões de inocentes que morreram ou foram destruídos em nome de qualquer instituição, doutrina, governo, cultura, guerra, política, filosofia ou religião. Ou por motivo algum. Toda forma de exploração humana é abominável aos olhos de Deus e todas elas trouxeram juízo aos filhos dos homens. O juízo se realiza em sete atos. Seis já passaram até esse momento.
Tocar a trombeta é um ato simbolizando que a declaração a ser comunicada possui caráter oficial, sendo assunto solene, para que todos ouçam e atendam. Significa que uma decisão governamental real foi tomada e quando for declarada, terá que ser cumprida.  
A trombeta equivale a um sinal para avisar que o Diário Oficial celestial acaba de ser entregue. E a declaração equivale a publicação da matéria neste veículo oficial. 
Vemos nesse verso, como nos anteriores, que o anjo tocará a trombeta, mas declaração profética, o juízo, a sentença, será proclamada por meio de outra pessoa.  
Nos tempos da antiguidade eventos incomuns eram anunciados por trombetas. No caso especifico, um ouvinte hebreu é relembrado imediatamente da convocação ao templo para o sacrifício, ou da convocação das tribos de Israel para a guerra ou da consagração de um rei. São eventos relacionados ao toque da trombeta no Velho Testamento.
Quando a Lei é entregue a Moisés haverá uma manifestação divina que será presenciada por milhões de pessoas e uma das coisas que eles ouvem de modo claro quando parece que o Horebe está em chamas, é o som de trombetas.
Como nos casos anteriores ela marcará o momento de uma declaração que tem poder de mudar o universo. 
A declaração de um edito real era muito abrangente. Normalmente o momento a partir do qual estaria valendo era declarado no próprio aviso, quando tal declaração entraria em vigor.
O rei não seguiria continuamente ao arauto para anunciar um decreto. Ele o escrevia, autenticava e enviava por mensageiros idôneos o que representava sua vontade escrita.
Ler ao anuncio era como se o rei presente estivesse. O arauto falava em nome da majestade e sua voz é que estava representada no edito real.
Contudo a declaração dada na visão não é uma publicação escrita, é fruto de uma voz, é oral!
Como se fosse aquele o momento em que é declarada pelo rei e imediatamente escrita.
O livro de Apocalipse é um relato sobre coisas futuras, da ótica de quem as vê acontecer, no instante em ocorrem.
Tudo está imediatamente sendo realizado. Um retrato dos acontecimentos do amanhã.
O anjo não fala nada, antes escuta algo de alguém, que é representado por um altar de ouro.
Não é uma declaração escrita que é entregue ao anjo. É a voz de alguém que possui muita autoridade e que lhe ordena a realizar algo. É como se O REI FALASSE AO INVÉS DO ARAUTO. Os anjos, na visão, não são meros portadores das mensagens divinas, Estão estabelecendo coisas reais no universo humano.
Eles são instrumentos para realização de coisas sobrenaturais. Esse dito anjo, o sexto, dá, como os outros anteriores a ele, inicio a uma nova ordem, aos eventos do juízo. Assim como os anjos que o antecederam, é o marco, é a marcação do relógio divino pra começar o novo ato profético e ele será o executor do que está por vir.
O altar de ouro era um objeto de muito significado que ficava num local denominado santuário, ou santo, onde somente os sacerdotes hebreus possuíam acesso. Ninguém podia tocar os objetos do templo. Somente oficiais do templo que descendiam da tribo de Levi, a mesma de Moisés. Sobre ele era queimado incenso continuamente. Esse altar simboliza um ministério de oração, nos textos posteriores em Apocalipse será dito que o incenso simboliza as orações. Esse altar representa um homem de grandioso valor (ouro) que ora diante de Deus. Que possui uma diversidade de funções (quatro pontas), ou que abrange a totalidade das coisas ou o mundo (quatro pontos cardeais) pelo qual intercede. Outra representação do ouro nas Escrituras é poder. A oração possui várias variantes, a intercessão, a suplica, a prece, as ações de graças. Hebreus revela a Cristo como um INTERCESSOR, alguém que ora de dia e de noite DIANTE de Deus. É onde o altar está. O sujeito que ora ou intercede, de grande valor, com muito poder, dará uma ordem e o anjo resolutamente irá cumpri-la. Só conhecemos uma única pessoa em todo o universo que tenha poder sobre os anjos. Cristo.
14 A qual dizia ao sexto anjo, que tinha a trombeta:
        – Solta os quatro anjos, que estão presos junto ao grande rio Eufrates.
Ele ordena ao anjo que vá até o rio Eufrates ou ao local espiritual que este rio egípcio representa e solte seres que estavam presos, a milênios. Ou a centenas de milhares de anos.
Esse anjo possui muito poder. Recebe a ordem de destrancar uma prisão que foi selada pelo poder de Deus. Os seres que estão lá nessa dimensão separada, nesse lugar espiritual associado ao Eufrates, jamais puderam sair. Mas esse sexto anjo comissionado tem o poder para libertá-los.
O que nos leva aos mistérios do nosso universo. Se este texto não estiver sendo lido na época em que tais coisas ocorrerem, significa que agora temos 4 anjos presos junto ao Eufrates.
Não nos será dada a mínima noção porque isso aconteceu e nem quem são. Ou porque estão lá. Ou o quê são.
Na epístola de Judas é dito que anjos foram presos em cadeias de trevas, em abismos, em lugares por nós desconhecidos após a rebelião que ocorreu na eternidade. E se estão presos, é porque boa coisa não fizeram. Seu poder imenso ficará claro no próximo verso.
O Eufrates nos conduz diretamente a pensar no antigo Egito e na época das pirâmides, em especial a um evento exclusivo, que foi a libertação do povo de Israel do Egito. O Eufrates foi palco de milagres tremendos. Nele Moisés foi achado numa cesta de vime, Jeremias ficou as suas margens quando capturado e arrastado pelo povo. Perto dele era o palácio de José filho de Jacó. Perto dele caminhará outro José com sua esposa que foge de Herodes, levando consigo um bebê, que um dia se tornará um homem ressuscitado que jamais irá morrer novamente. Vejam que um dia um Jesus indefeso, ainda bebê, esteve próximo ao lugar onde os 4 anjos presos ainda estão.
15 E foram soltos os quatro anjos,
        que estavam preparados para
a hora,
        e dia,
                e mês,
                        e ano,
                        a fim de matarem
a terça parte dos homens.
Quando as quatro criaturas angelicais são soltas, nota-se que tinham um propósito bem determinado, e que possuíam o poder para realizar o impensado. E que estavam preparados para realizar algo que nenhuma guerra humana conseguiu. Eles têm poder de EXTINGUIR a humanidade se assim o pudessem fazer. E nesse momento vemos algo horripilante. Somos hoje cerca de 7 bilhões de seres humanos. E
Eles saem e matam 1/3 da humanidade.
Anjos não são fadas.
Mas tenho certeza de que nesse momento muitos leitores gostariam que eles fossem somente uma ficção literária.
O que está declarado nesse texto profético é que 1/3 da humanidade morrerá quando esses 4 anjos forem soltos.
A segunda coisa que podemos verificar na profecia é que há um momento especifico para que isso aconteça, uma data em que tal calamidade ocorra.

A China lidera o ranking. Nada mais nada menos do que cinco dos dez desastres naturais que mais mataram até hoje ocorreram no país, incluindo os três mais mortíferos. No geral, o terremoto é o desastre que mais aparece: seis vezes. Os dois primeiros colocados da lista, porém, não são abalos sísmicos. Confira a lista, que vai dos menos até os mais mortíferos:
10 – Terremoto em Aleppo, na Síria

O abalo atingiu Aleppo, maior cidade da Síria na época, no dia 11 de outubro de 1.138. Com base em dados geológicos, as estimativas modernas dão ao terremoto a magnitude de 8,5 graus na Escala Richter. Registros históricos sugerem que aproximadamente 230 mil pessoas morreram, além dos grandes danos sofridos pela cidade. Aleppo se localiza no norte da Síria, numa área muito vulnerável a tremores. A cidade faz parte da região da Falha do Mar Morto, pois repousa sobre o limite entre a placa geológica da Arábia e a placa africana.

9 – Terremoto e tsunami no Oceano Índico

Um dia após o Natal de 2004, terremoto submarino de magnitude 9,3, com epicentro na costa oeste da Sumatra, na Indonésia, resultou em um devastador tsunami que atingiu as costas de vários países do sul e do sudeste da Ásia. O abalo sísmico originado no Oceano Índico provocou o tsunami que matou um número estimado entre 225 mil e 230 mil pessoas.

8 – Terremoto em Haiyuan, na China

O terremoto de 8,5 graus de magnitude atingiu a área do condado de Haiyuan, na província de Ningxia, na China, no dia 16 de dezembro de 1920. O abalo também é conhecido como “Terremoto de Gansu” porque a região da Ningxia era uma parte da província de Gansu na época. O desastre causou a morte de exatamente 235.502 pessoas, de acordo com o Catálogo de Danos por Terremotos no Mundo, que é mantido pelo Instituto Internacional de Sismologia e Engenharia Sísmica do Japão.

7 – Terremoto de Tangshan, na China

No 28 de julho de 1976, os habitantes da cidade industrial de Tangshano sofreram um dos piores terremotos do século 20. A cidade localizada em Hebei, na China, possuía na época uma população de aproximadamente um milhão de pessoas, que foram devastadas pelo tremor de magnitude 8. O governo chinês registrou no momento um número de mortes igual a 655 mil, mas esse dado foi posteriormente reestimado para cerca de 242 mil pessoas.

6 – Terremoto de Antioquia, na Turquia

O desastre em Antioquia ocorreu durante a primavera de meados de 526 d.C. A data exata é estimada entre os dias 20 e 29 de maio. O forte terremoto atingiu a Síria e Antioquia, uma cidade que ficava localizada perto do que é hoje a moderna Antakya, na Turquia. Cerca de 250 mil a 300 mil pessoas morreram em consequência do sismo, de acordo com os escritos históricos. Após o terremoto, um grande incêndio destruiu a maior parte dos edifícios que o desastre havia poupado.

5 – Ciclone da Índia

Em 25 de novembro de 1839, o que ficou conhecido como o “Ciclone da Índia” chegou à aldeia portuária de Coringa, localizado no estado de Andhra Pradesh, na Índia. O ciclone provocou uma onda de 40 metros, que destruiu grande parte da vila e a maioria dos navios perto da área. Cerca de 20 mil pessoas morreram afogadas no mar. Um total estimado de 300 mil pessoas perderam a vida em decorrência do ciclone.

4 – Ciclone Bhola

O pior ciclone já registrado na História, o Bhola, atingiu o Paquistão Oriental (o que é agora Bangladesh) e Oeste de Bengala, na Índia, no dia 12 de novembro de 1970, inundando grande parte das ilhas baixas do Ganges. Aproximadamente 500 mil pessoas morreram, principalmente por causa das inundações que resultaram da onda causada pelo ciclone ou ainda devido ao aumento do nível da água na costa.

3 – Terremoto de Shaanxi, na China

O dia 23 de janeiro, no longínquo ano de 1556, foi marcado pelo terremoto com o maior número de vítimas já registrado na História. O abalo ocorreu na província de Shaanxi e na província vizinha de Shanxi, localizadas no norte da China. O catastrófico terremoto teve uma magnitude estimada de 8 graus na Escala Richter e matou aproximadamente 830 mil pessoas. Acredita-se que 60% da população dessas províncias tenha morrido no desastre.

2 – Inundação do Rio Amarelo, na China

Esta foi a pior enchente única e o segundo pior desastre da História. Em setembro de 1887, o Rio Amarelo invadiu os diques na província chinesa de Henan. A enchente devastou 11 grandes cidades do país e centenas de aldeias, deixando milhões de desabrigados. As águas da enchente cobriram cerca de 130 mil quilômetros quadrados – área semelhante à da Grécia ou pouco menos que o estado do Amapá -, matando um número estimado de 900 mil a 2 milhões de pessoas.

1 – Inundações na China Central

O pior desastre natural da história foi o conjunto de enchentes que ocorreram entre julho e agosto de 1931, na região central da China. Na época, o rio Yangtze transbordou e causou uma série de inundações. Como resultado, um número estimado de 3,7 milhões de pessoas morreram de doenças, afogamentos e fome. De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, mais de 51 milhões de pessoas, um quarto da população da China na época, foram direta ou indiretamente afetadas pelas inundações

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Porém quando os quatro anjos que estão presos no Eufrates forem soltos,Numa hora,
numa única hora,
1/3 da humanidade morrerá.
Cerca de 2,5 bilhões de seres humanos morrerá neste dia, caso ocorra nos próximos anos.
Em virtude da tremenda indignação divina e desrespeito á leis espirituais eternas causada pelos milhares de gritos humanos de gente destruída pelo próprio semelhante. Porque cegaram crianças na Índia para fazê-las mendigar. Porque jogaram nalpam nas vilas do Timor Leste e de todos os modos inimagináveis mataram 400.000 pessoas. Porque queimaram 4-6 milhões de judeus em fornos durante a segunda-guerra mundial. Porque mataram 4 milhões de índios brasileiros, 3 milhões de índios norte-americanos. Porque distribuíram propositalmente cobertores com o vírus da varíola para grupos indígenas sem anticorpos. Porque criaram vírus em laboratório e o lançaram sobre populações inteiras. Porque nessa época especifica viveremos um tempo de rejeição dos valores divinos e de impiedade tal como nunca ocorreu nas eras anteriores. Porque a humanidade serviu a demônios e nestes dias específicos estará vivenciando a prática de coisas que sequer podemos nomear. A humanidade serviu aos demônios e por eles foi ensinada a odiar.  E odiou seu próximo.
16 E o número dos exércitos dos cavaleiros
        era de duzentos milhões;
e ouvi o número deles.
Quatro seres são soltos para coordenarem 200 milhões de seres que são chamados somente de “cavaleiros” na visão. Ele vê um exército montado sobre cavalos bestiais.
17 E assim vi os cavalos nesta visão;
 e os que sobre eles cavalgavam         
                        tinham couraças de fogo,
                                       e de jacinto,
                                               e de enxofre;
 e as cabeças dos cavalos eram
                        como cabeças de leões;
                                       e de suas bocas saía
fogo
e fumaça  
e enxofre.
Os cavalos também são criaturas fantasmagóricas. Os cavaleiros se vestem com couraças de fogo, de jacinto e de enxofre. Jacinto é uma pedra semi-preciosa, e o enxofre aparece como se designasse lava vulcânica. Não é descrito o rosto dos cavaleiros. Mas é descrito a cabeça dos cavalos. São como de leões. E possuem caldas semelhantes a de serpentes. Monstros. Uma fusão de três animais, leão-cavalo-serpente, os cavaleiros possuem uma veste tripartite, jacinto, fogo e enxofre e o mal que causam é tríplice – fogo, fumaça e enxofre – matando a terça parte dos homens.
Um animal – que é cavalo-leão-serpente,
Uma couraça – Feita de fogo-jacinto-enxofre
Uma boca que mata – através do fogo–fumaça-enxofre
18 Por estes três foi morta
        a terça parte dos homens,
        isto é
pelo fogo,
pela fumaça,
e pelo enxofre,
        que saíam das suas bocas.
Por duas vezes será repetido que eles foram mortos pela mistura que sai de suas bocas, um turbilhão feito de fogo, fumaça e enxofre.  
Cavalos são na maioria das vezes avistados nas Escrituras dentro de um único contexto:
Guerra
Os cavalos eram poderosas armas de guerra da antiguidade. Os leões eram perigo em toda Ásia e mesmo Europa, matando centenas de pessoas por ano. As serpentes ainda são uma situação de risco para muitas comunidades na Ásia. Algumas espécies são tão venenosas que podem matar com somente uma mordida. Os cavaleiros não possuem armas em suas mãos, não agem. Não são eles que matam, são os cavalos. Parecem que só estão nos cavalos para conceder terror a imagem. Os cavalos são as verdadeiras armas no confronto. Mas agem como se fossem os dragões das lendas medievais ou o Leviatã no livro de Jó.  Os cavaleiros possuem duas das três características do que os cavalos-dragões manifestam. Fogo e enxofre. Nos cavalos não há o jacinto e nos cavaleiros não existe fumaça. Mas o conjunto da visão é de cavaleiros incendiados sentados sobre cavalos-dragões que matam pessoas. E muitas pessoas.
Vamos fazer uma substituição. Vamos trocar todos os símbolos.  Em vez de cavalos, bodes, em vez de leão, coelho, em vez de serpente uma tromba de elefante. Em vez de cavaleiros com vestes flamejantes, vamos colocar sereias com vestes de gelo e em vez de fogo, fumaça e enxofre, água, açúcar e limão.
Seriam então bodes com cabeças de coelho, caudas de trombas de elefante montados por sereias vestidas de gelo e da boca de suas montarias correria um rio de limonada.
Parte do texto ficaria assim:
Por estes três foi morta
         a terça parte dos homens,
        isto é
pela água,
pelo açucar,
e pelo limão,
        que saíam das suas bocas.
Fez alguma diferença? Ficou mais engraçado ver a humanidade morta…por limonada? (na verdade sim….)
CONTUDO, mesmo com o texto mais agradável. a realidade continua sendo a mesma. Porque a essência da profecia é a morte.
Em resumo, algo ocorrerá numa determinada hora do amanhã que extinguirá 1/3 da humanidade. Fruto de uma atuação voluntária, fruto de uma guerra, fruto de uma experiência atômica mal-sucedida, fruto de várias bombas de hidrogênio, fruto de uma mudança climática ou bombardeio de ondas cósmicas, fruto da explosão simultânea de centenas de vulcões. Em virtude do juízo e julgamento pelo pecado humano. A manifestação física será SOMENTE o desdobramento da operação sobrenatural de 200 milhões de cavaleiros fantasmas. E de 4 anjos.
Porque anjos não são fadas.
O que irá ocorrer é como a libertação do mal por uma prática de bruxaria. O homem invocou para si o poder dos deuses por milhares de anos, e neste momento os deuses mostraram suas verdadeiras faces. O tremendo mal que atinge os homens é baseado na prática continua de 4 coisas:
Homicídios
Feitiçarias
Prostituição
Roubo.
19 Porque o poder dos cavalos
                está na sua boca
                e nas suas caudas.
Porquanto as suas caudas
        são semelhantes a serpentes,
         e têm cabeças,
                e com elas danificam.
Como se cada anjo que é solto do Eufrates viesse para vingar uma dessas áreas. E de uma única feita a humanidade é atingida pelos seus pecados e por sua maldade.
O cavalo simboliza força.
O leão ferocidade.
A serpente representa aquilo que é traiçoeiro.
Um retrato da ganância, egoísmo e avareza humana. O desejo de possuir, de tomar pela força, lutar para satisfazer o seu apetite voraz, usando para isso métodos de desonestidade, por caminhos traiçoeiros.
O sexto anjo manifesta assim uma tormenta, uma guerra, um cataclisma.
Retratando assim uma tremenda manifestação de poder das trevas, quando um poder descomunal como nunca foi visto antes, destrói um terço dos homens.
Porque anjos não são fadas.
E porque nem todos os anjos estão submissos a Cristo.
E porque Cristo julgará a terra, do lugar que agora está.
A voz que ordena ao sexto anjo soltar os anjos preso no Eufrates vem de um objeto que se encontra AGORA no santuário celestial.
Os objetos do templo de Salomão e da tenda da congregação (o santuário Israelita), são figuras de objetos de uma outra realidade, foram construídos segundo a visão que deles foi concedida, mediante ANJOS. 
Não por fadas. Não leprechauns. Não por gnomos. Não por silfos.
Porque anjos não são fadas.


É dito por Jesus que este subiria para a casa de seu Pai após a ressurreição. Outro apóstolo diz que Jesus entrou no verdadeiro tabernáculo, não um feito por mãos humanas, porém um construído antes que a terra fosse criada. 
Jesus está agora nesse lugar invisível, onde anjos habitam e onde se encontram tais objetos. 
E não é dito que ele vem a terra para que tais coisas ocorram. 
A voz sai do altar que está diante de Deus. 
Ele ordena o juízo a partir da eternidade.
Essas coisas acontecem antes que Jesus volte a terra.
19 Porque o poder dos cavalos
                está na sua boca
                e nas suas caudas.
Porquanto as suas caudas
        são semelhantes a serpentes,
         e têm cabeças,
                e com elas danificam.
A mistura de fogo, fumaça e enxofre sai tanto da cabeça de leão quanto da cabeça da serpente. Não importa como o cavalo-dragão toque o homem naquela hora, ele morre. Os cavaleiros representam assim os poderes que guerreiam contra o ser humano, simbolizam o reino das trevas, o poder dos demônios e dos espíritos malignos de toda sorte que nesse momento manifestam-se em todo seu poder, em toda sua força, com todo desprendimento, para destruir o homem. Uns são atacados diretamente, outros indiretamente. Alguns morrem pelos efeitos diretos do cataclisma, outros por suas consequências. Mas quando terminar os piores 30 minutos da história do universo, bilhões de seres humanos já não se levantarão. 
20 E os outros homens,
que não foram mortos por estas pragas,
não se arrependeram das obras de suas mãos,
para não adorarem os demônios,
        e os ídolos de ouro,
        e de prata,
        e de bronze,
        e de pedra,
        e de madeira,
que nem podem ver,  
nem ouvir,
nem andar.
E então percebemos o papel profundo exercido pelas religiões e por todo tipo de idolatria no juízo que virá.
Fruto da incessante busca do homem pelo nada, pela mentira, pelo vazio, mesmo sem ter respostas, mesmo sem sentir paz, mesmo sem ser ajudado. Apesar da morte de 1/3 da humanidade, os sobreviventes não deixam as suas práticas de idolatria. Não deixam de praticar o mal.
21 E não se arrependeram
        dos seus homicídios,
        nem das suas feitiçarias,
        nem da sua prostituição,
        nem dos seus furtos.
Durante a época da concretização dessa dura profecia veremos um mundo incapaz de se arrepender pelos seus crimes.
Ou já vemos hoje. E o mundo precisa mudar. Antes que o sexto anjo seja convocado. Antes que ele siga até o Eufrates.
Antes que seja tarde demais.
 आदि में शब्द था, शब्द ईश्वर के साथ था और शब्द ईश्वर था।
 वह आदि में ईश्वर के साथ था।
 उसके द्वारा सब कुछ उत्पन्न हुआ। और उसके बिना कुछ भी उत्पन्न नहीं हुआ।
 उस में जीवन था, और वह जीवन मनुष्यों की ज्योति था।
 वह ज्योति अन्धकार में चमकती रहती है- अन्धकार ने उसे नहीं बुझाया।
 ईश्वर को भेजा हुआ योहन नामक मनुष्य प्रकट हुआ।
 वह साक्षी के रूप में आया, जिससे वह ज्योति के विषय में साक्ष्य दे और सब लोग उसके द्वारा विश्वास करें।
 वह स्वयं ज्यांति नहीं था; उसे ज्योति के विषय में साक्ष्य देना था।

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