Welington Corporation Textos

setembro 24, 2015


Simulacro

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Welington CORPORATION IN THE TUMBLR

dezembro 10, 2014

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Estudo de Cantares de Salomão

setembro 5, 2014

ScreenHunter_01 Sep. 02 13.46

Leia

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https://drive.google.com/file/d/0B_fUj9Htg3KaakttLW5VY0s1TzQ/edit?usp=sharing

 

Assim diz o Senhor

dezembro 30, 2013


Assim diz o Senhor
Depois diga ao faraó que assim diz o Senhor: Israel é o meu primeiro filho!
Esta é a primeira vez que será ouvida na terra a mais poderosa expressão que um dia saiu da boca de um ser humano, conforme relatado nas Escrituras.  
 Não existe termo semelhante em nenhuma outra manifestação de mistério, religioso ou ritual no mundo de então ou no moderno.
Nenhuma religião por mais mitica que seja teceu uma declaração mais poderosa. Não se enconta nos presságios dos Vedas, ou nos ritos Maçonicos, nem nas crenças dos Magis do Zoroatrismo, nem nos termos do Alcorão, nas introduções aos oráculos de Delphos, nas reverencias dos Livro dos Mortos do antigo Egito.  Os antigos pajés americanos nem sonhariam com tal expressão, não há tal sombra de autoridade nos curandeiros dos Maias, ou tal ousadia nas crenças nórdicas. Todas as histórias divinas que mostram deuses em atuação os mostram em cenários imaginados, em dimensões inatingiveis, em situações anteriores ao tempo humano. Seu poder cósmico é limitado as esferas de suas fantásticas histórias de seu glorioso passado. Thor  lutou com suas armas num mundo distante contra forças de uma antiga serpente, criou a constelação do Dedo de Aurvandill, atropelará a Serpente Midgard num distante Ragnarok…
O que se cria como palavras divinas eram fórmulas mágicas atreladas a antigas religiões, muitas florescendo a partir da vasta imaginação humana. 
Até que essa raça isolente de gente gente chamadas “profetas” manifestou-se dizendo aquilo.
Aquilo. Aquela frase cheia de horror supremo. Aquela expressão digna de um conto de ficção. Aquela frase que prenunciava o novo.

 “Assim diz o Senhor”. Nada na terra de outrora causaria mais temor que o ministério de um profeta.
Um profeta era a quintessência do mago, elevado à nona, ele, raiz do absurdo, cantando a verdadeira magia manifestada na terra dos viventes.
O profeta é o enviado, o escolhido, o que em trás em si a incumbência do mensageiro e a responsabilidade de um porta-voz. Não porta-voz de uma voz qualquer sibilante, fruto de um sonho mórbido sonhado em alguma orbe fumacenta regada a vinho,  incenso e chás alucinógenos.
Não será uma a força de uma figura fantasmagórica ou onírica, tal qual o encanto de uma fada, a poesia uma idéia ou a ética de um ideal que traduzirá suas atitudes.
Será o peso, a força, o poder e o fogo inextinguível de certa palavra santa, palavra improvável, palavra incrível, que queimará incurável no coração dele. Deste que  simboliza a mais impressionante carreira e profissão exercida por um vivente na terra,
profissão que delimitará o impossivel.

Que escreverá o inimaginável. Que zombará do óbvio. Que resistirá a tradição religiosa e que romperá com a mesmice.

“Assim diz o Senhor” dita a primeira vez soaria como uma voz ancestral celebrando o encontro com uma divindade qualquer de um panteão qualquer de um grupo de pastores semi-analfabetos,  mas a mais poderosa nação de outrora, seus palácios e sua glória, sua essência religiosa e seu clero, suas mais profundas convicções sobre o que é ou deixa de ser deidade desvaneceram-se diante daquela pequena frase.
De inicio, humilde, uma pequena declaração amorosa a um grupo de escravos.
 “Assim diz o Senhor: Israel é o meu primeiro filho” uma declaração tão doce como o mel, tão singela, tão simples, tão boba.
Um Deus absurdamente desconhecido…falava por meio de um gago interpretado por seu irmão mais velho ao DEUS DO EGITO, ao eterno Faraó, ao dignatário que após a morte desceria as orbes da escuridão e por sua força divina impediria, ainda que morto, a destruição do mundo de outrora.  

 “ Assim diz o Senhor” diante da autoridade constituída do rei de toda terra, era como um sopro na boca de um pardal segundos antes de morrer. 

O grupo de escravos se rebelava contra seu senhorio e agora em nome de uma nova religião traziam esse aprendiz de feiticeiro, que fugira da terra do Egito, para agora dizer asneiras. Palavras vãs.

“Assim diz o Senhor” inicia seu trajeto na história humana como uma declaração de amor por um filho.  E tal expressão será a maldição de reis, assim como a desgraça de potestades, a força da derrocada de exércitos, acarretará a fim da soberba humana, operará a transformação de povos, realizará a mudança de planos e formaliza cabalmente que quem manda nessa terra de ninguém é somente Ele, o Rei, Dono e Senhor, que uma vez que tenha dito algo, o universo acolherá como uma ordem.
Com todos os recursos que possuía, a nação do Egito recusou-se a atender a voz daquele pronunciamento.  “Assim diz o Senhor” era a voz que não podia ser calada. Interrompida. Ignorada.  Quando as carros de guerra e os corpos de milhares de soldados boiavam sobre o mar vermelho depois de acontecimentos assombrosos, Miriã a irmã de Moisés começou a dançar e a correr, e a bailar e tocar seus tamboris gritando e exultando de alegria, contagiando de tal maneira a multidão de mulheres e meninas que logo uma multidão de adolescentes israelitas dançava em meio ao deserto cantando e adorando, extasiadas diante do significado de “assim diz o Senhor”.  
Quarenta anos passados os eventos descritos no inicio do livro de Exodo os Israelitas chegaram às cercanias de Canaã.  Quarenta anos não foi o suficiente para diminuírem a fama do que ocorrera. O medo varria as cidades da antiguidade. Nada na terra de outrora, nenhuma invocação mágica, nenhuma praga rogada, nenhum sortilégio invocado pelo mais temível feiticeiro se igualava ao terror absoluto causado por aquilo. Porque no meio dos israelitas haviam homens que podiam dizer “Assim diz o Senhor” onde outros reivindicavam a suas divindades uma autoridade que jamais lhes seria concedida. Os profetas daquele tal “Senhor” mandavam que seus deuses consagrados com sangue humano, ancestrais, misteriosos e sublimes fossem queimados, quebrados e lançados como cinzas de mortos nas águas de quaisquer rios barrentos. Diante do que aqueles profetas representavam seus deuses não valima mais que mortos calcinados pelo fogo!  Certa feita uma nação em desespero contratou a peso de ouro o mais maldito dos praticantes de artes negras de sua época, tão sinistro que era pago para amaldiçoar a nações. Um necromante conhecido pelo poder de suas maldições, convocado por um rei e pelo conselho de guerra dos Moabitas para de algum modo impedir que aquele povo daquele Deus deles se aproximasse! Em vão.
Tomado pelo mesmo Espírito que enchia os profetas o velho mago sem controle de suas palavras bradou do alto de uma montanha:
“Como amaldiçoarei o povo a quem Deus abençoou para sempre!”
Assim diz o Senhor é a mais terrível expressão dita por um profeta. Era um decreto, uma lei, uma verdade, uma declaração finalística, uma expressão de autoridade que era maior que aqueles que a portavam.  Os profetas eram chamados sendo pastores, agricultores, fazendeiros, boiadeiros ou até sacerdotes.  Mas… uma vez chamados, uma vez recebendo a comissão divina para falar em seu nome, já não seriam tratados como os outros homens.  Jezabel, uma rainha feiticeira cheia de ódio por aquilo que aquela autoridade que afrontava até o poder real representava mandou assassinar centenas de profetas.  Um profeta declarou-lhe “assim diz o Senhor”.  E o que vinha depois desta frase era uma morte cheia de indignidade.  E seu destino foi selado por sua maldade e pela profecia. 
A expressão “Assim diz o Senhor” e equivalentes encontra-se cerca de 3.800 vezes na Bíblia. . E nenhuma delas falhou.  
E nem falhará. 

 

What is Shayari?

dezembro 26, 2013
Ek Shayar

In Urdu, Punjabi, Hindi, Shayari, or poetry, essentially comprises of couplet, or Sher. The plural for Sher is Ashaar. The form ghazal is a collection of mulitiple ashaar – each of which should convey a complete thought without any reference to other shayari of the same ghazal. In fact, though belonging to the same ghazal, the different ashaar therein can have completely different meaning and tone relative to one another.
Essential Shaayree vocabulary: Ashar (Couplet). It consists of two lines (MISRA); first line is called ‘MISRA-E-OOLA’ and the second is called ‘MISRA-E-SANI’. Each verse embodies a single thought or subject (sing) SHER, Shero, Shayari, Shyari, Shayri.
Bait Another term for SHER, Shero, Shayari, Shyari, Shayri.
Bait-Ul-Ghazal The best SHER, Shero, Shayari, Shyari, Shayri in a GHAZAL
Ghazal (Ode). The literary meaning of the word ‘GHAZAL’ is to converse with beloved. Etymologically, it come from the Arabic word Ghizaal, meaning gazelle. It is a poem containing a minimum of 5 verses and maximum 25. The opening Verse of the GHAZAL is called MATLA and both hemistiches rhyme with one another. The last verse of the GHAZAL is called MAQTA which usually contains the penname of the poet. Most of Persian and Urdu writers have earned fame as GHAZAL writers. GHAZAL is the soul of Urdu literature and most popular form of Urdu poetry.
The following is an example of sher, composed by Mirza Ghalib:
nahii.n ki mujhako qayaamat kaa etiqaad nahii.n
shab-e-firaaq se roz-e-jazaa ziyaad nahii.n
It is not that I do not have faith in (the pains of) the day of judgement
But the night of separation is not less than the day of judgement.
What the poet is trying to say is that he trusts that the day of judgement would be very painful, as it has been described in Qur’an and Hadith; however, this night of separation from his beloved is not less painful than the day of judgement.
Fard Composition of only a single SHER, Shero, Shayari, Shyari, Shayri is called FARD.
Hamd Poem written in praise of God.
Hazal Poem with humorous subject.
Hijv (Satire). A poem written to condemn or to abuse a person. This form of poetry is considered of low type and which is usually avoided by reputed poets. The exact opposite of HIJV is MADAH which is a poem written in praise of Kings and Patrons.
Husn-E-Matla Rhyming of the first two lines of a GHAZAL is called HUSN-E-MATLA.
Madah Poem written in praise of Kings and Patrons.
Manqabat Poem written in praise of Ahle-E-Bait (the members of the family of Holy Prophet).
Maqata The last line of a GHAZAL or a poem which generally contains the poet’s pen-name.
Marsiya A poem written to commemorate the exploits of great men of Islam; usually to describe the battle fought on the plains of Karbala in Iraq by Hazarat Imam Husain and his supporters against the army of Yazid. It is usually a poem of mourning. The famous MARSIYA writers in Urdu are Mir Baberali Anis and Salamatali Dabir. Even a short poem written to mourn the death of a friend can be called MARSIYA. Lord Alfred Tennyson’s poem ‘In Memoriam’ can rightly be called MARSIYA. The sub-parts of MARSIYA are called NOHA and SOZ which means lamentation and burning of (heart) respectively.
Masnawi A long epic poem describing the battles fought long ago and past events. It may also contain philosophical or ethical themes. The most famous MASNAWIS are Shah-Namah of Firdosi, Masnavi-E-Roomi in Persian language and Zehar-E-Ishq in Urdu.
Matla The opening SHER, Shero, Shayari, Shyari, Shayri of a GHAZAL or a poem.
Misra’ One line of a couplet, or verse.
Munajat A lyrical poem as prayer to God.
Musaddas Each unit consists of 6 lines (Misra). Most famous writer of this type of poem is Maulana Altaf Husain Hali.
Naat Verses written in praise of the Holy Prophet.
Nazm The literary meaning of Nazm is Poetry (cf. Nasr, or Prose) A poem fully dealing with a single subject or thought.
Qafia Rhyming of the last words of a poem.
Qasida (Ballad). It is a long poem in Urdu, Persian or Arabic which usually describes battles or written in praise of kings; princes or the poet’s patron. There is no limit of verses; it may even go beyond hundred lines.
Qata/Qita (Fragments). It has two Ashaar and has a one complete subject. Plural Qita’at.
Radeef (End rhyme). Each SHER, Shero, Shayari, Shyari, Shayri of GHAZAL in addition to QAFIA may also have RADEEF which is rhyming of more than the last two or three words.
Rubai’ee Contains only 4 lines, the third one being different from the other three as it should not have QAFIA and RADEEF. RUBAI’EE deals with social, philosophical and romantic subjects. In Persian language Umar Khayyam is supposed to be a great poet of RUBAIYY A T whereas in Urdu Yagana, Firaq and Josh are leading poets of this time and Anis, an old time poet.
Salam (Literal meaning Salutation) It is a kind of poem in which the incidents of Karbala i.e. hardships of Hazarat Imam Husain and his followers are described It is also written in Praise of Holy Prophet, and is recited by standing up.
Sehra A song sung at the time of tying Sehra during wedding ceremony, praising the bride or the bridegroom and their relatives.
Sher Ashob Poem describing a ruined city.
Tah-Tul-Lafz The manner of reciting a poem; like rhythmic prose i.e. without singing; word for word.
Takhallus A name adopted by a poet, by which he is known in the literary world.
Tarannum The manner of reciting a poem in the form of a song.
Wasokht Literal meaning ‘displeasure’ or ‘disgust’. A kind of poem in which the displeasure and carelessness of a lover is narrated; while relinquishing the beloved.
Geet Song or hymn.
Mushaira A symposium of poets; a poet’s gathering.
Qawwali Devotional song expressing the love and oneness with God sung by a group of people to the accompaniment of musical instruments. Now-a-days, it has taken popular form covering subjects of romance, liquor, etc.

Children

dezembro 23, 2013



Rihanna

 Megan Fox

 Kristen Stewart

 Angelina Jolie

Kattie Perry

 Zooey Di Channel

 Emma Stone

Feliz Natal

dezembro 23, 2013

Basicamente o sujeito sentado numa cadeira à parede do corredor
de certa igreja lotada no dia na cantata de Natal viu passar
um grupo de dançarinas carregando tambores, uma girafa
que caminhava na horizontal,  três reis magos, sete meninas
vestidas de anjo, com máscaras brancas;
viu passar alguma coisa que parecia ser uma zebra,
uns doze sujeitos com suspensórios e boinas,
uma criança que corria incansável durante a apresentação
que à esquerda do palco tinha a Broadway  representada
por meninas de verde cintilante e cartolas sapateando.
Logo após…uma cena que se inspirava de algum modo
em Rei Leão.  
A moça que representava Maria estava com uma roupa
egípcia dum vermelho quase luminescente acompanhada por
um José que vestia um traje… dourado.
Jesus recém-nascido negro, carregado pela solista, que por sinal
era a verdadeira mãe do belo menino.
Certo arranjo em negro-spiritual acabou em alguma harmonia
Klingon. Somente isso poderia explicar a nota final emitida.
Terminou a cantata.
Uma multidão de pais corujas iam em direção
das filhinhas que participaram do sincrético evento.
Uma menina com síndrome de down, que assistira interessada à tudo;
ela não levou em conta a multidão que fluía no interminável corredor
postou-se fixamente na frente do sujeito ligeiramente confuso.
Sem se incomodar com o mar-de-gente-que-fluía a menina sorriu. E somente para
ele,   disse:

– Feliz Natal!

E saltitante foi embora…
Ah! Esqueci de dizer!
O sujeito era eu!!!!

O Natal possui belíssima história, de singular significado.
E relembra algumas tradições e festividades de muitas culturas.
Da essência do amor que ele celebra eu tomo emprestado algo.

E assim desejo à todas as famílias,
formadas dos mais variados laços de afeto,
alguns até mesmo nunca imaginados antes,
que esses mágicos laços
jamais
jamais
se partam.

Basically the guy was sitting there, a chair to the right of the hall packed church wall on the Christmas cantata. He saw before him to pass a group of dancers who carried drums! He saw pass a giraffe that walked horizontally!  
Viewed spend three kings (Magi) and saw seven girls run Seven girls dressed as angels, with white shades; He saw pass something that looked like a zebra, Also saw a twelve subjects with suspenders and berets, And there was a kid who ran tirelessly during the presentation. To the left of the Broadway stage was represented Through girls dressed in shimmering green top hats and girls sapateavam. Soon after this dance … another scene, which was inspired in some way in Lion King The girl who represented the Egyptian clothing Maria wore a red, almost luminescent, she was accompanied by one “Jose” who wore a costume … Golden. Newborn black Jesus was charged by the soloist of the choir, She who was the true mother of the beautiful boy. A Certain musical arrangement ended in some alien harmony. Only this could explain the final note sounded. Enfin finished the Christmas cantata. A crowd of loving parents ran toward his daughters participated in the event strange. Then a girl with down syndrome girl watched all concerned to what happened; did not take into account the multitude that flowed in endless hallway She stood in front of the slightly confusing subject. And without bothering about the sea of ​​people passing, smiled. And just for him, the guy in the hall, said: – Merry Christmas!
And bouncy, she’s gone … Ah! Forgot to say! The guy was me!! Have a wonderful Christmas story, history of special significance. He recalls some traditions many cultures and festivities.
The essence of love that it celebrates I take something borrowed.

 
And so I wish to all families,
formed of many different bonds of affection,
some even never before imagined,
these magical links
never
never
breakage.

http://www.youtube.com/watch?v=jzJBoIotQHo

WAW

dezembro 23, 2013

Women For Afghan Women is a women’s human rights organization based in Kabul and New York. We were founded in April, 2001, six months before 9/11, and since then have advocated for the rights of Afghan women and built programming to secure, protect and advance Afghan women’s human rights in New York and across Afghanistan

Engineering

dezembro 20, 2013

Assunto: Engineering


Rios de água Viva

dezembro 20, 2013
Está na hora de repensar a si. 
Reimaginar-se. 
Recriar-se. 
Rios de água Viva fluirão do interior daquele que crer em mim, disse Jesus a certa mulher à beira de um antiquíssimo poço nas terras de Samaria. 
Uma mulher desenganada com a instituição do casamento, detentora do título de cinco casamentos desfeitos e ao final desistir para se relacionar com qualquer um que pudesse lhe dar algum afeto ou condição financeira. 
Ouça o eco, hermano,  la voz, lo barulho das muitas águas escondidas no pequeno verso dito a mulher que foi buscar água num poço da antiguidade.  
Você se contenta com muito pouco, tatu. Jesus não falou de gotas esparsas ou de uma leve neblina refrescante, de um copo de água ou de alguns litros derramados por uma mangueira de 3/4 de polegadas de diâmetro num dia qualquer de calor.  Não é um banho de chuveiro que ele está prometendo. Olhe para sua vida espiritual e religiosa, suas roupas, seu rosto no espelho, seu mundo, as tuas fantásticas tralhas espirituais. Olha bem pra teus farrapos de vida, as noites de insônia, os dias de dor, para tudo que você chama de respostas as tuas preces e orações e me responde companheiro de infortúnio:

-É essa tua vida gloriosa e rotunda, fabulosa e coerentemente esparsa, dispersa e funesta, que Jesus prometeu? Onde estão os tais rios de  água viva? Cade as cachoeiras. o fragor das águas, o ruído, a vida, o transbordar, o espumar, a sede saciada, completamente, de TUDO que diz respeito a DEUS?
Diz pra mim carcamano, tua vida é o cumprimento da promessa do homem que nunca mente?

Você ri pelo amanhecer, canta ao anoitecer, dança tomado pelo Espírito, corre cheio de uma energia descomunal e tem seu coração alterado, extasiado de vida que brota de teus lábios em forma de exultação, brados de louvor, cantos espirituais?

Se não, saiba que isso que você chama de vida espiritual é só uma sombra da verdadeira promessa.
Sinal que você e eu, companheiro, necessitamos caminhar, crer, conhece-lo de um modo absurdamente novo.
Que temos que abandonar os poços secos, as palavras sem vida e um evangelho que causa arrepios até em múmias,
e seguir em direção a alegria que Ele prometeu e que é absurda e maravilhosa e completa nele.
Rios de água viva não são gotas, não são goles, não são pequenas manifestações espirituais a luz do luar.
Uma curazinha aqui, uma palavra profética ali, uma ou outra conquista. É algo mais poderoso que podemos imaginar e que a maioria de nós jamais vivenciou.
E que necessariamente,
precisamos vivenciar…


Welington José Ferreira